sexta-feira, 24 de abril de 2009

Refletindo PA Fotogafias


(Colei do blog da prof Suzana )

Aqui, minha reflexão inicial sobre nosso projeto de aprendizagens:

O projeto de aprendizagem “História de Arroio do Sal, Terra de Areia e Três Forquilhas que as fotografias nos mostram” foi pensado primeiro como uma pesquisa dos registros fotográficos existentes nesses locais e que nos permitissem comprovar através da sua existência, que poderiam conter outra imagem real, do que aquela que ali víamos.

Pensamos que seria fácil encontrarmos esses registros, cabendo a nós então somente descobrir as histórias e recontá-las com seu real significado. Enganamos-nos! Não conseguimos localizar essas fotos, e concluímos que seria indiscreto, talvez até impossível sermos autorizadas a registrar esse trabalho, nesse ângulo, podendo até criar um clima antiético, diante da nossa proposta.

Como já tínhamos em mãos várias fotografias antigas do Arroio do Sal, que nos mostravam locais modificados, transformados pela ação do progresso, a Stela passou a comentar com a Mara e a Maria o que via ali, o que conheceu e como era hoje o local. Então, juntas, mais a professora Eliana, resolvemos direcionar nosso foco para outra questão: o que as fotografias nos contam? Aqui então se abriu um amplo leque de possibilidades de análise: modificações que ocorreram pela ação do tempo, em todas as suas dimensões. Como frisou a Mônica, curiosas, nos pegamos a querer explorar as questões históricas do município: como era antigamente, comparando com o que temos hoje, atual.

Repensamos certezas e dúvidas, refizemos o mapa conceitual, melhorando o entendimento da nossa proposta de pesquisa.

Conforme concluiu a Mônica, nossas entrevistas não passaram de conversas que tivemos com os “donos das fotos”, não ficando nenhuma delas registrada, sendo relegadas ao simples relato informal. Isso se deu pelo fato de entendermos que seria retomado o projeto no sexto semestre, onde então esses relatos se transformariam em registros escritos e autorizados por nossos entrevistados.

Nossos mapas conceituais, assim como as certezas e dúvidas foram construídos com pouco tempo, na correria, ficando ao cargo de uma única colega fazer essa atividade. A postagem do trabalho também. Pensamos que isso atrapalhou e muito, a boa apresentação do mesmo, tanto no primeiro registro para o webfólio como na postagem para o pbwiki, nesse semestre.

Nossa maior dificuldade foi o trabalho ser feito em grupo, pois em nenhum momento, a não ser na escolha do assunto em aula presencial, tivemos oportunidades de nos encontrar. Tanto que os nossos encontros de grupo, deram-se somente nas aulas presenciais. O encontro virtual, MSN, email e fórum, também deixaram a desejar, visto que não aconteceram entre todos os componentes. Como a Patrícia Lipert analisou, o grupo não se aprofundou no assunto, mesmo porque o projeto teria uma continuação no semestre seguinte. Mas, ouso dizer que não houve esse aprofundamento por falta de comprometimento de grupo, algo muito necessário para que o projeto pudesse se desenvolver de maneira mais sistemática.

Quanto ao aparecimento das histórias serem somente de Arroio do Sal, foi pelo fato de as colegas não terem contribuído com os registros do seu município.

Podemos concluir com esse trabalho após o relatório das colegas que o analisaram que:
1º. Trabalho em grupo tem que ter comprometimento e participação de todos os envolvidos.
2º. O tema tem que ser de interesse de todos, relevante e original.
3º. O assunto deve nos remeter a um trabalho que nos permita autoria, construindo nossa pesquisa através de coleta de dados, buscando fontes e referências sérias, entrevistando e coletando material farto, para não cairmos em descrença.
4º. O trabalho precisa ter uma boa apresentação, para que fique bem compreendida nossa intenção, explicitando ao máximo possível a nossa pesquisa real.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

REFLEXÔES PA




Nosso projeto "Histórias do Arroio do Sal... que as fotografias nos contam"
sempre encontra dificuldades na hora de realizar as atividades de grupo.
Moramos em lugares diferentes,
Trabalhamos todo o dia,
Temos filhos,
Família,
E muito a dar conta, durante as 24 horas do dia que se resumem a pouco tempo de atender tantas demandas!
Não bastasse tudo isso, ainda temos um agravante: a internet, nosso maior aliado para encontros virtuais, constantemente nos abandona!!!
Pois agora, já atrasadas em nossa reflexão após os relatórios de análise das colegas, não conseguimos nos encontrar, de novo...
Combinamos Mara Braun e eu de tentarmos novamente amanhã (dia 24/04), via msn, às 18 h.
Tentaremos mais essa vez. Caso não dê certo, farei minha reflexão individual e postarei no wiki, para então as colegas acrescentarem suas reflexões...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Construção de Tendas...

A Construção de tendas do professor Claudio me fascinou!
Vejo no texto "A inclusão e seus sentidos: entre edifícios e tendas" uma leitura explícita da visão atual da educação escolar, inclusiva e geral, de muita profundidade.
Ao mesmo tempo leitura simples e de fácil entendimento para mim, desejosa de aprender!

"As metáforas do edifício e da tenda auxiliam a reflexão sobre o ato educativo e as complexas redes que incrementam os desafios da educação": nessa afirmação encerram-se todas as reais necessidades de repensarmos nosso compromisso de educadores, na nossa prática diária, frente a todos os alunos, indistintamente. Nossa responsabilidade na democratização do saber, levando a todos as mesmas possibilidades de construção do seu saber, individualizado nas suas potencialidades, mas incluso com outros tantos, diferentes, ou iguais, fará muita diferença se pensarmos em construir nossas tendas!

Acrescento ainda, uma outra ideia: poderemos começar a nossa construção de tendas partindo de outra metáfora: "quebrar espelhos e abrir janelas" (não lembro do autor, mas vou pesquisar amanhã mesmo e registro aqui). Pararmos de olhar para nós mesmos e passarmos a enxergar aos outros!

LDBEN 9394/96

A LDBEN 9394/96 dedica três artigos para a educação especial: do artigo 58 ao artigo 60.
Registra no artigo 58 a quem se refere a educação especial e a preferência aonde ela deve ser oferecida.

Art. 58: Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei,
a modalidade de educação
escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino,
para os portadores de necessidades especiais.

Confirma nos seus incisos (ou parágrafos §?) haver serviço de apoio especializado na escola regular, para atendimento de peculiaridades da clientela. Informa o atendimento em classe especial quando da necessidade específica do aluno e diz que a oferta da mesma se dará a partir da educação infantil.

§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular,
para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.

§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados,
sempre que, em função das condições específicas dos alunos,
não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

§ 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado,
tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.
O artigo 59 traz as informações da garantia de adequação da organização do ensino especial pelos sistemas de ensino, assegurando as especificidades pedagógicas para o atendimento das necessidades desses alunos: currículo, métodos, técnicas e recursos educativos, término e aceleração específica dos programas; especialização e capacitação aos professores, educação especial para o trabalho e acesso a benefícios dos programas sociais suplementares.

E, por fim, o artigo 60 estabelece a criação de critérios de caracterização das instituições privadas especializadas que atuarão na educação especial, para fins de apoio financeiro e técnico da parte do poder público, adotando preferencialmente ampliação do atendimento na própria rede pública regular.

Minhas reflexões após a leitura da LDBEN ficam por conta de que, passados mais de 10 anos da sua criação, ainda é pouco visível uma melhora no sentido de fazer-se uma educação democrática, com qualidade, ofertando aos alunos especiais bem mais do que simplesmente criar, decretar e insituir leis e órgãos normativos, se essa educação de fato não vier a acontecer dentro da escola, promovendo uma efetiva inclusão de aprendizagens significativas para esses alunos.

Educação Especial

Esse semestre trouxe essa importante interdisciplina para minhas reflexões.
Os textos apresentados foram muito interessantes, bem como o Fórum, que vem bombando nas nossas reflexões.
É um momento que nos permite tecermos considerações importantes sem muitas delongas.
Um espaço onde trocamos experiência, prática e teorizamos também.
Gosto muito do espaço do Fórum, pois ali é possível estreitarmos nossa reflexões com as colegas e professores, além de ser um espaço bem gostoso de bate-papo sério.
Muitas vezes sanamos dúvidas ou dificuldades de entendimento somente lendo as falas ali postadas.

Aqui, minha primeira reflexão acerca da legislação específica da educação especial:

"Fazendo as leituras sugeridas sobre a legislação da Educação Especial na Constituição Federal de 1988, as informações ali dão conta que a SEESP (Secretaria de Educação Especial) desenvolve programas, projetos e ações para implementação da Política Nacional de Educação Especial. Destacando dentre essas apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino... Programas de formação continuada de professores na educação especial, implantação de salas de recursos, escola acessível (adequação de prédios), programa BPC e Educação Inclusiva com formação para gestores e educadores... Destaca também ações de garantia de acessibilidade aos Programas Nacionais do Livro.

Chamou minha atenção aqui a data do Decreto 6571, de 17/09/2008, que diz: “... apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino para a oferta e garantia de atendimento educacional especializado, complementar à escolarização. Esse decreto é datado de 17/09/2008, vinte anos após a promulgação da Constituição Federal de 88!

O que me levou a pensar em como as questões educacionais são demoradas de acontecer em nosso país. Pois vinte anos é muito tempo para formar, preparar e instrumentalizar professores, educadores e especialistas, para atendimento qualificado aos alunos especiais que necessitam com mais urgência, talvez, de políticas públicas reais que os insira no contexto educacional nacional, com um mínimo de garantia de educação de qualidade e com respeito à diversidade.
Outro ponto que me fez refletir: porque essas informações levam tanto tempo a chegar até os professores? Tendo em vista que seremos nós os responsáveis por fazerem acontecer a educação escolar, especial ou não? Porque não nos são apresentados mais rapidamente esses programas e ações com um mínimo de tempo entre a sua criação e possível implantação?

Há muitos anos, nem sei corretamente quantos, a escola está sendo obrigada a atender todos os alunos, especiais ou não, normais ou não, superdotados ou não. Então, porque tudo tem que ser informado demoradamente a quem tem mais interesse em saber, discutir, aprender e se instrumentalizar para melhorar a qualidade do trabalho ofertado a todos?

Faz anos procuro aqui em meu município que me ofereçam uma formação melhor e mais adequada ao atendimento de alunos especiais, para que eu possa melhorar a minha prática profissional, oferecendo assim um trabalho mais de acordo com a necessidade desses alunos especiais, deficientes, aparentes ou não, que lhes possa garantir acessibilidade à aprendizagens produtivas reais, permitindo então educação de qualidade para todos. Até hoje ainda não obtive nada. Nenhuma formação, nenhuma ação do poder público em favor disso. E também não tenho recursos financeiros para custear essa formação.

Enfim, vou continuar tecendo minhas reflexões a cerca do assunto.

domingo, 5 de abril de 2009

NOVO PROJETO -2009

MEU PROJETO PARA ESSE ANO LETIVO DE 2009:

INCLUSÃO CULTURAL NA BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL


1. JUSTIFICATIVA
Diante da necessidade de incluirmos nossos alunos do CA dentro da cultura atual de inclusão dos novos saberes que nos cercam, buscando meios e instrumentos diversos a fim de motivar-lhes uma maior aprendizagem, e também pela necessidade de incluir todos os locais possíveis como espaços de aprendizagem, especialmente dentro do nosso Município, se faz necessário que lhes apresentemos novos instrumentos, locais e meios de apropriação de conhecimentos, permitindo-lhes uma efetiva interação entre a escola e a Cidade e aprendizagem.

2. OBJETIVO GERAL
Incluir culturalmente nossos alunos do CA na sede do Município, especificamente na Biblioteca Pública Municipal, buscando ali novas oportunidades de apropriação de saberes bem como a integração entre a escola e o Município.

3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Explorar as opções de estudo que a Biblioteca Pública Municipal nos permite: Tele Centro de Informática, Biblioteca e Vídeo.
· Promover encontros entre os alunos e alguns autores locais (poetas do Município)
· Visitar e conhecer os locais públicos da Cidade que nos permitam usufruir de novas aprendizagens, necessárias à vida atual.
· Incluir, digitalmente, os alunos do CA com acesso a algumas ferramentas das tecnologias da informação e da comunicação.
· Promover Hora do Conto e manuseio de livros informativos e de pesquisa.
· Aproximar escola e comunidade por meio do uso de outros espaços públicos destinados a apropriação de novos saberes.

4. ATIVIDADES
· Trabalhar textos específicos do gênero da Poesia, incluindo poetas locais.
· Realizar momentos de troca através de encontro com autor presente e alunos, com apresentação dos trabalhos produzidos.
· Realização de Hora do Conto com registro de atividades.
· Desenvolvimento de atividades específicas no computador, como jogos e aplicativos de softwares educativos.
· Registros escritos, ilustrativos, fotográficos e virtuais (blogs, wikis, emails).
· Exposição de trabalhos realizados ao longo das visitas na própria Biblioteca Pública e na escola.

5. CRONOGRAMA
As visitas serão efetivadas uma vez ao mês, com datas pré-estabelecidas.


6. METODOLOGIA
Roda de conversa, atividades em grupo, pesquisas, produções coletivas, prática nos computadores, postagens virtuais, releituras e reescritas, exposição de trabalhos, visitas à Biblioteca Pública e outros locais.

7. AVALIAÇÃO
Será satisfatório se nossos alunos se envolverem nas propostas e realizarem as atividades com dedicação, melhorando as suas aprendizagens e explorando ao máximo tudo o que pudermos para nos apropriarmos de novos saberes.

terça-feira, 3 de março de 2009

2009-1 Eixo VI

Que venha!
Estamos prontas pra caminhada.
Bjus

Workshop - V 2008-2

Esse foi um dos melhores que participei!
Nosso grupo teve outra formação: permanecemos cinco colegas da mesma letra e mais sete colegas novas.

Foi um novo momento esse.
Aqui nesse encontro pudemos perceber o tanto que cada uma de nós cresceu. Nossa!

Falamos e ouvimos de democracia, de coletivo, de autoria, de diversidade, conflitos necessários,
falamos de escola nossa, do outro, e de sonho. Desejo de mudança. Falamos de conhecimento e de busca de conhecimento. Construímos muito ao longo desses cinco semestre já caminhados. E todas nós, mesmo em nossas limitações, pudemos nos fazer entender em nossas falas.

Amei essa nova formação de grupos, tomara o próximo semestre nos contemple com essa mesma forma de escolha.



domingo, 7 de dezembro de 2008

Plano Individual de Estudos - PIE

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS

Meu plano individual de estudos apresentado no quarto semestre foi muito simples.
O objetivo geral do eixo IV foi “empenhar-me nas propostas de trabalho apresentadas pelas interdisciplinas do eixo, com o melhor aproveitamento possível, dedicando-me ao máximo dentro do meu exíguo tempo disponível, favorecendo-me uma aprendizagem mais efetiva, que possa se refletir na minha prática diária, possibilitando melhorias em favor de meus alunos”.
Tracei meus objetivos específicos baseados naquilo em que eu tinha de mais dificuldade: encontrar tempo para dar conta de várias atividades ao longo do dia. Incluindo também oferecer aos meus alunos um pouco das tecnologias da comunicação e da informação, ferramentas as quais tive a oportunidade de conhecer enquanto aluna da Pedagogia à Distância – Pead, e que aos poucos vou me apropriando: “quero levar as tecnologias que estou aprendendo a utilizar para minha sala de aulas, permitindo aos meus pequenos um contato mais direto com as ferramentas oferecidas, podendo utilizar o computador como uma forma a mais para motivá-los em busca das suas aprendizagens diárias”. Então, acrescentei meu objetivo maior quanto ao trabalho que desenvolveria em sala de aula com meus alunos: “introduzir a pesquisa científica nas minhas aulas, aos meus alunos, ensinando-os onde buscarem o assunto, o tema, o que procuram; aguçando-lhes a curiosidade, o prazer de ler, de ver, o contato direto com o mouse, a posição diferente do alfabeto no teclado, a busca pelos livros na biblioteca, o manuseio de mapas, Atlas, globo terrestre, enciclopédias”.

Para desenvolver meu pie comecei sem o laboratório de informática na escola, então me adeqüei a isso e criei primeiro um “blog manual” onde os alunos deveriam fazer registros diários das nossas aulas, num caderno específico. Esse registro deveria conter uma ilustração da atividade que mais gostaram ao longo do dia e um registro escrito (este poderia ser feito pelos pais ou quem os auxiliasse no tema de casa, até que tivessem a autonomia necessária para a escrita autônoma). Essa idéia foi aproveitada da colega Tamires, apresentada no workshop do terceiro semestre.

Então, em abril começamos nosso projeto de pesquisa na biblioteca de fato, projeto esse intitulado “Projeto de Pesquisa”. E que foi registrado nesse endereço: http://stelabixo.pbwiki.com/PESQUISA+DIETSCHI?lo=48852325.

Revendo meu plano individual de estudos percebi o quanto foram importantes esses objetivos que tracei. Numa primeira leitura aparentam serem mesmo muito simples. E são. Mas, embora tão simples, foram de uma importância tal que pude fazer com que se tornassem imprescindíveis para o desenvolvimento do meu projeto com os alunos.

Refletindo, retomando, relendo as escritas que fizemos juntos, as leituras que realizamos na roda de conversas da biblioteca, admirando as ilustrações, os livros que confeccionamos, relembrando todos esses momentos, e que não foram poucos, pois utilizamos mais de cem horas de trabalho conjunto, fiquei muito feliz de ver o quanto deu certo esse primeiro trabalho voltado à pesquisa para os meus alunos, mas que para mim foi muito mais gratificante: “pude vivenciar muitos momentos encantados juntamente com meus alunos, desde o manusear o mouse, olhar a tela do monitor, pegar, tocar no computador, buscar uma imagem e inserir no registro, ouvir e discutir as informações advindas da máquina, registrar as informações nas ilustrações, “ver e tocar a pesquisa” colocada na parede no papel pardo...” Fiquei mais feliz ainda ao poder registrar esses momentos aqui.

Para finalizar, gostaria de informar que esse foi o primeiro projeto de pesquisa científica mais elaborado que já desenvolvi com meus alunos, mas que é só o primeiro e já estou colocando em pauta novo projeto para o ano de 2009.

Meu plano individual de estudos teve algumas falhas relativas aos objetivos pessoais de estudos, pois como relatei no Portfólio de Aprendizagens do semestre passado, não consegui atingir completamente todos os objetivos traçados, mas o resultado em sala de aula foi excelente, não deixando nada a desejar nesse ano de 2008.

“Tenhamos em mente que educar é abrir caminhos, ultrapassar fronteiras, desbravar trilhas rumo aos novos horizontes. Educar é uma via de mão dupla: tanto ensinamos quanto aprendemos. Tanto doamos como recebemos. Essa é a magia essencial que concede ao homem a sabedoria e a capacidade de superar-se a cada manhã”. Gabriel Chalita, Secretário de Educação de São Paulo (2008).

Stela Maris da Rosa Dias

sábado, 6 de dezembro de 2008

Projeto Político Pedagógico X Regimento Escolar

A DEMOCRACIA É UM PROCESSO EM PERMANENTE CONSTRUÇÃO E APRENDIZAGEM,
EXIGINDO UMA VIGILÂNCIA CONSTANTE.
O REGIMENTO ESCOLAR CUMPRE O PAPEL DE TRANSPARÊNCIA
DA ESCOLA E É EMANADO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.
O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DO PPP E DO REGIMENTO ESCOLAR
DEVE SER UM MOVIMENTO DE PARTICIPAÇÃO AMPLA
DE TODA A COMUNIDADE ESCOLAR PARA PENSAR
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA.

A CONCEPÇÃO DE ESCOLA COMO INSTITUIÇÃO
RELATIVAMENTE AUTÔNOMA E RESPONSÁVEL
PELA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO EDUCATIVO
VEIO A ACONTECER SOMENTE A PARTIR DA CONSITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

1. É O INSTRUMENTO QUE REFFLETE O DESEJO TEÓRICO,
ORIENTADOR DAS PRÁTICAS ESCOLARES.

2. É A CONSTRUÇÃO COLETIVA PARA CONCRETIZAÇÃO DA AUTONOMIA DA ESCOLA E DOS PROFESSORES EXPRESSANDO SUAS
CONVICÇÕES PEDAGÓGICAS.


O PPP DEFINE O REFERENCIAL DA ESCOLA DESEJADA:
1. O PAPEL DOS DIFERENTES SEGMENTOS

2.CONHECIMENTO
3. CURRÍCULO
4. AVALIAÇÃO
5. OUTROS ASPECTOS IMPORTANTES

A FORMULAÇÃO DO PPP REPRESENTA:

1. UM ESPAÇO PARA A CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UMA ESCOLA PÚBLICA DEMOCRÁTICA
2. É O REFLEXO DA ESCOLA DESEJADA


O REGIMENTO ESCOLAR


1. É A TRADUÇÃO DESSE PROJETO EM NORMAS
LEVANDO EM CONTA AS ESPECIFICIDADES
DE CADA ESCOLA.
2. É A REGULAMENTAÇÃO EM NORMAS ESPECÍFICAS DOS CAMINHOS A SEREM SEGUIDOS
3. É O MODO COMO A ESCOLA SE ORGANIZARÁ PARA PÔR EM PRÁTICA ESSAS OPÇÕES TEÓRICAS
4. O REGIMENTO ESCOLAR, QUE DO PPP SE ORIGINA, TAMBÉM SERÁ ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO COLETIVA
5. É A OPERACIONALIZAÇÃO DAQUILO QUE ACREDITAMOS QUE PODEMOS CONSTRUIR



“A ESCOLA SÓ SERÁ MUDADA COM UM TRABALHO PACIENTE,
DIFÍCIL E HONESTO.
PARA CONSTRUIR UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA,
PARA UM MUNDO MAIS JUSTO E MAIS SOLIDÁRIO,
É PRECISO ENFRENTAMENTOS.”
(Bernard Charlot)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

GESTÃO DEMOCRÁTICA DA EDUCAÇÃO

Assisti a parte 1 do vídeo Gestão Democrática – Teoria e prática.
Nas falas dos convidados ali, professora Isabel Pedroso, professora Lisete Gomes e o professor Jorge Najjar entende-se claramente que a gestão democrática é um processo importantíssimo de construção coletiva. A construção da gestão democrática na escola passa a ser a representação de vários atores, contribuindo e ocupando espaços para um melhor desempenho das práticas pedagógicas, permitindo com isso a luta por uma escola melhor, de mais qualidade. A participação efetiva desse atores permite um processo final mais rico, mais amplo de possibilidades de se construir uma escola melhor gestada e melhor vivida. Essa democratização escolar é um desafio grande a ser vencido, pois envolve muitas pessoas, muitas idéias, pensamentos diferentes. Que necessitam chegar a um acordo: o que é melhor para essa instituição? O que pensam e o que querem a comunidade do entorno, os alunos, os profissionais que ali trabalham? os administradores que a gerem? A prática pedagógica está sendo desafiada a permitir uma “intromissão” (aqui como sinônimo de participação coletiva efetiva) da parte de todos os que nela vivem. É necessário que todos nós, sujeitos envolvidos nessa construção, participemos desse caminhar, debatendo, discutindo, garantindo nosso direito de discordar e apontar soluções em prol da coletividade, aceitando e refazendo nossa atuação frente aos alunos e aos novos desafios que nos rodeiam. Ampliar a democracia é um exercício de aprimoração, que nos permitirá aperfeiçoar essa caminhada, conforme a professora Isabel destacou no vídeo.
Conforme o vídeo ia passando, fui me lembrando que eu mesma participei em 99 e em 2000 da construção do PPP de duas escolas municipais em que trabalhei. As reuniões se davam com muitos participantes, havia discussões acaloradas. Todos se envolviam e juntos chegamos à conclusão do melhor passo, da melhor forma de se alcançar uma educação melhor, uma prática pedagógica mais efetiva. Todas essas reuniões eram possibilitadas em horários que todos participavam. P.s. Aqui nas escolas municipais os professores ainda são cargos políticos indicados pelos prefeitos. Inclusive hoje trabalho numa escola municipal de educação infantil que nos possibilita sempre a discussão coletiva quando temos “acertos, arestas” a aparar. Paramos todos os segmentos, chamamos os pais, por turmas, e discutimos por uma melhor solução.
Em 2003 fui nomeada professora no Estado, entrei numa escola com diretor eleito pela comunidade, com PPP e regimento escolar. Mas, me parece até hoje que essa construção democrática não se mostra tão democrática assim. Os professores que ali atuam não se encontram nunca para nenhum acréscimo, nenhuma mudança, não acontece nenhum debate real do que está sendo feito, da prática pedagógica de consenso, por uma melhor qualidade da educação ofertada. Os encontros que se dão ainda são os conselhos de classes. Ainda não participei de uma reunião coletiva em que todos os segmentos da escola estejam presentes, que opinem, que ofereçam soluções. Tudo sempre fica na crítica, só pela crítica mesmo, nenhum apontamento de discussão que possibilite uma coesão de idéias para melhoria pedagógica. A maioria dos professores só se encontra ali no seu horário de trabalho, dá a sua aula e vai para outra (s) escola. Incluindo a mim, que trabalho em duas...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

PROJETO DE PESQUISA NA DIETSCHI



Esse projeto de pesquisa fez parte do meu planejamento escolar do ano letivo de 2008, e foi desenvolvido com meus alunos do 1º e 2º anos da Dietschi.

Fez parte também do meu PIE, no eixo IV, conforme registrei no meu objetivo do curso: “quero levar as tecnologias que estou aprendendo a utilizar (e que foi através do pead que tomei conhecimento) pra minha sala de aula, permitindo aos meus pequenos um contato mais direto com as ferramentas oferecidas, podendo utilizar o computador como uma forma a mais para motivá-los em busca de suas aprendizagens diárias.”

Dei início a esse projeto com o objetivo de “incentivar meus alunos à pesquisa, levando-os a utilizar a biblioteca e o seu acervo como lugar de busca de conhecimento, bem como possibilitar-lhes uma noção das tecnologias de informática, com o registro no blog (caderno virtual), para poderem se utilizar dessas ferramentas tecnológicas em seu favor nos anos escolares vindouros”.

Iniciamos em abril e concluímos agora em novembro.

A culminância deu-se na Feira de Conhecimentos da Dietschi, na data de 12 de novembro.

Apresentamos o produto final das pesquisas realizadas aos pais e comunidade escolar: exposição de um livro artesanal, individual de cada aluno, e sua respectiva pesquisa, confeccionados após cada socialização da pesquisa.

Ao longo de todo esse trabalho, empenhamos cerca de 100 horas efetivas, distribuídas durante o ano letivo, nas aulas de terça feira (dia em que a pesquisa individual se realizava) e na quarta feira (quando se dava a socialização ao grande grupo).

Aqui está o desenvolvimento do projeto.

Nossos registros da pesquisa e socialização encontram-se aqui .

O registro dos alunos estão nesse endereço .


sexta-feira, 31 de outubro de 2008

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO



A temática de estudos do financiamento da educação no Brasil, desse quarto módulo de estudos, abordou muitas questões um tanto difíceis para a nossa compreensão imediata, inicialmente. Porém, ao longo da leitura do texto “Noções Gerais Sobre o Financiamento da Educação no Brasil” de José Marcelino de Rezende Pinto e Theresa Adrião, percebe-se que com mais atenção pode-se ter uma idéia bem geral de como se dá esse financiamento em nosso país.


Conforme apontado na história do financiamento da educação no Brasil, através da leitura do referido texto, Pinto divide esse financiamento em três fases distintas. A primeira, de 1549 a 1759 delegava aos Jesuítas exclusividade do magistério público no país; a segunda fase inicia com a expulsão jesuítica e culmina com o fim da República Velha, apontando a busca de fontes autônomas para o financiamento ou previsão de dotações orçamentárias para o ensino. A terceira e última fase, inicia com a Constituição Federal de 1934 e permanece até os dias de hoje, tendo como principal mecanismo de financiamento para o ensino público a vinculação de percentual mínimo de recursos tributários.


Nesse período que atravessa toda a história do país na área educacional, tivemos várias questões que apontam tanto avanços como retrocessos, na busca e garantia da tão pretendida qualidade da educação ofertada. A história do financiamento educacional se passa através dos anos com o poder público procurando meios de manter a educação ofertada e a sociedade civil exigindo a tão perseguida gratuidade e qualidade na educação.


Com todo esse anseio, a garantia da educação de qualidade vem sendo palmilhada, batalhada e conquistada através dos tempos. A Constituição Federal de 1824 já determinava instrução primária e gratuita a todos os cidadãos. Com a reivindicação da oferta da escola pública feita pela sociedade civil, possibilitada pelas mudanças do modo de produção escravocrata nos centros urbanos, a revolução de 1930 também se faz presente nessa luta: a Constituição de 1934 vincula percentual mínimo da receita de impostos para a educação, priorizando-a. Inova também nesse sentido no seu artigo 139 obrigando as empresas a manterem ensino primário gratuito para os trabalhadores e seus filhos. Passamos por um Golpe Militar em 64, período extremamente conturbado em todos os sentidos, para a democracia do país, em especial na área da educação que suprimiu a vinculação constitucional de recursos para a educação, diminuindo investimentos governamentais para essa área. Chegamos então a Emenda Constitucional 14, de 1983, a Emenda Calmon, que estabeleceu o financiamento da educação pública para as esferas de governo, um percentual mínimo de 13 % da arrecadação da receita de impostos para a União e 25 % para estados e municípios.


Atualmente estamos vivenciando um novo perfil de financiamento da educação pública brasileira: a Constituição Federal de 1988 manteve a redação da Emenda 14, aumentando o percentual mínimo de 18 % da receita dos impostos para a União, através do artigo 69 da LDBEN 9394/1996. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei 9394/96, permitiu também a inclusão da educação infantil nos gastos do MDE, embora caracterizando um procedimento inconstitucional. Foi criado o FUNDEF, Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental – regulamentado pela Lei 9424/97 e pelo Decreto 2264/97, fundo com duração de dez anos, a título de combate ao analfabetismo. Através da LDBEN foi garantido, assegurado, recursos para a educação por meio de três medidas transparentes: 1) correção trimestral da diferença entre receita e despesa prevista e realizada; 2) repasse dos valores correspondentes à parcela vinculada dos impostos destinados ao município diretamente pelo órgão gestor da educação, preestabelecido em prazos e 3) correção monetária em caso de atraso desses recursos, responsabilizando civil e criminalmente as autoridades competentes. O salário educação, criado em 1964 pela lei 4440/64. Implantação do Fundo de Manutenção e desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério – FUNDEB, que foi aprovado em 26/01/2006, (em substituição ao FUNDEB, com prazo de expiração para 31/12/2006), também criado como fundo provisório, com duração de 14 anos.


Além dos impostos e do salário educação, a LDBEN 9394/96 em seu artigo 68, permite destinar recursos originários da receita de outras contribuições sociais, incentivos fiscais ou outras transferências, destinados á educação.


Diante dessa explanação, chegamos ao financiamento da educação municipal, objeto específico da atividade proposta nesse módulo 4.


Em pesquisa realizada na Secretaria Municipal de Educação do nosso município, confirmei que as fontes de recursos para o financiamento da educação municipal aqui em Arroio do Sal, na sua rede de ensino são: aplicação de 25% da arrecadação dos impostos na educação, mais os recursos oriundos do FUNDEB, MDE, Convênios estadual e federal de transporte escolar e recebe repasses da merenda escolar através dos programas PNAE/PNAC/PNAP.
Nosso município oferta matrícula para mais ou menos 960 alunos atendidos nas quatro escolas municipais existentes: uma de educação infantil e três de ensino fundamental. Transporta uma média de 600 alunos diariamente, num raio de 40 quilômetros, dentro do município, em ônibus velhos e sem nenhuma estrutura nas vias de transporte que ofereçam um deslocamento mais seguro e aprazível aos alunos. Os professores que compõem a rede municipal são, na sua maioria, concursados e capacitados em nível superior. Há profissionais especialistas em toda a rede municipal como: psicólogos, orientadores educacionais, supervisores e nutricionista escolar. É ofertado no currículo do ensino fundamental, em todos os anos, aula de Língua Inglesa e Educação Física e também Língua Espanhola para os anos finais. Alunos com necessidades especiais são transportados diariamente para atendimento na APAE - Torres, onde o município disponibiliza transporte gratuito, dois professores e um monitor em contrapartida pelo serviço prestado. Além desses, é oferecido também monitores em todas as escolas municipais, sendo numa média de dois para cada escola. As escolas são dotadas de secretários, merendeiras e serventes também concursados e são oferecidos cursos de capacitação anualmente a todos os profissionais envolvidos. As quatro escolas existentes serão ampliadas para seis, visto que estão em construção duas novas: uma de educação infantil e outra de ensino fundamental.


Esse aparato educacional oferecido em nosso município é acompanhado pelo Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB, que conta com oito membros titulares e respectivos suplentes. Os conselheiros são escolhidos através de indicação de entidades, por livre escolha do Executivo Municipal, ou através de eleição.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Mapa Conceitual PA



Nosso segundo mapa conceitual do PA


"Histórias de Arroio do Sal, Terra de Areia e


Três Forquilhas que as fotografias nos contam"


Estamos colhendo mais fotografias, vendo e revendo lugares, pessoas, momentos, tempo passado... comparando com a atualidade: o que é esse local hoje?
Está sendo um momento bem gostoso para mim que vivo aqui, e vi esses locais se transformando... alguns aos poucos, lentamente; outros mais rapidamente...
Enfim rever a história.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

FOTOGRAFIA - PA

Pois então nos juntamos novamente e retomamos nosso projeto de aprendizagem.
Mudamos uma palavrinha no projeto:
"Histórias de Arroio do Sal, Terra de Areia e Três Forquilhas que as fotografias nos mostram". (Substituímos o não pelo nos!)
E vamos nos dedicando a "olhar" nossos achados!

As fotos que já colhi trouxeram:
muitas lembranças...
nos mostraram muitas histórias...
revivemos um tempo passado...
nem por isso muito distante em anos...
mas, na época...
na moda...
no espaço...
na transformação...
na mudança...
enfim,
no progresso!

"Novo olhar" na nossa caminhada.
E nos empolgamos novamente.

Psicologia

APRENDIZAGEM NA VIDA ADULTA

Crescer implica em viver.
Para viver necessitamos e passamos por várias fases, etapas distintas nas nossas vidas. E a cada etapa vivida adquirimos aprendizados. Esse aprendizado não acontece estático, passada a fase aprendeu-se e pronto, está acabado. Na interação com o outro, através das nossas vivências, trocando com outros sujeitos, acrescentamos aprendizagens em todos os momentos das nossas vidas. Essas aprendizagens se dão em tempos próprios a cada indivíduo, embora as fases sejam distintas e tenham idades aproximadas, cada um os vive de acordo como se deu a evolução do seu próprio crescimento.
Para acontecerem às aprendizagens necessárias ao meu crescimento individual, intelectual, é necessário que eu mesma as vivencie, trocando e interagindo com os outros indivíduos que formam a minha rede de vivência e convivência. As etapas de aprendizagem destacadas por Piaget acontecem não somente com as crianças. Na medida em que eu, aluna do Pead, vou avançando nos meus estudos, vou também acomodando os conhecimentos necessários para alcançar a próxima etapa. E assim sucessivamente, a cada semestre vivido, me permito ir em busca de outras aprendizagens, assimilando conhecimento, agregando ao meu saber anterior, construindo minhas novas aprendizagens. Assim, como com os pequenos, a relação professor-aluno interfere mais visivelmente no meu aprendizado sendo adulta. Pois aqui, nesse tempo de estudante adulta necessito tanto mais “contato afetivo” com os mestres tanto quanto criança.



sábado, 11 de outubro de 2008

Eleições Municipais

Então tivemos uma grande "festa democrática" em nossos municípios, no último dia 05/10.
Escolhemos nossos governantes e legisladores para os próximos quatro anos!
E cada um de nós, particularmente, ou não, optou por votar naquelas pessoas em que mais acreditamos, pessoas essas que desejamos, façam um bom governo da nossa municipalidade, em prol da democracia.
Com certeza votei no melhor candidato aqui em Arroio do Sal.
Do meu ponto de vista, pois muitos eleitores divergirão da minha escolha.
Vivemos em um país livre e democrático, onde todos e cada um de nós pode votar em que quiser.
Enfim, vivenciamos em nossa casa, nas nossas escolas e na cidade, por um período de 90 dias mais ou menos, de muita "luta" partidária, disputas acirradas, discursos vazios, promessas demagogas... Também tivemos oportunidade de ouvir boas falas, bons presságios, vontade de acertar!
Enfim, vivemos um ano eleitoral que sempre deixa para alguns muitas alegrias, e traz também muitas esperanças junto com a vitória do pleito.
Para outros, vem a amargura da derrota, da perda do poder!
Mas, a vida continua.
Todos se organizam.
Um, o eleito, para governar o Município.
O outro, derrotado, para se fortalecer na próxima eleição.
É o ciclo eletivo!!
Aproveitando esse momento "tão explosivo", marcante, vivido por mim e meus pequenos, fizemos um trabalho bem legal na educação infantil, com meus tchutchucos de 4 anos, e com meus grandões do 1º e 2º ano, de 6 e 7 anos.
Foi uma atividade bem proveitosa, que deixará marcas em meus aluninhos por um bom tempo de suas vidas.
Na turminha da educação infantil, da escola Bem-Me-Quer, tivemos o dia de sexta-feira, 03/10 cheio de emoções. Veja aqui como foi essa "festa democrática"!

Na turma dos grandões da Dietschi, tivemos os dias 01/02/03/10 de muita agitação política!
Veja aqui como foi essa festa!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Aula Presencial


A interdisciplina de Organização e Gestão da Educação nos proporcionou
uma aula presencial no dia 01/10 excelente.
O professor Helvécio nos brindou com
esclarecimentos muito pertinentes a cerca
da gestão e organização do ensino brasileiro.
E não ficou só na questão educacional. Nos deu um "banho" de sociologia,
antropologia,
política, ética,...
Foi um aula de muito proveito!
Lamento não ter tanto tempo disponível na minha "nada mole vida estudantil"
para poder me debruçar nos tantos materiais disponíveis da interdisicplina, me aprofundando nos assuntos ali tratados.
Enfim, há tempo para tudo.
"Tempo para plantar e tempo para colher".
O professor Helvécio plantou a sementinha do
"desejo, da curiosidade, da vontade de ir mais além"...
Daqui a pouco, quem sabe, eu possa me dedicar mais a essas leituras...

domingo, 21 de setembro de 2008

Projeto de Aprendizagem - Aposentadoria

A aula presencial de Psicologia da Vida Adulta, no dia 18 de setembro, nos propôs um
Projeto de Aprendizagem
a partir dos questionamentos que fomos fazendo e anotados no wiki da interdisciplina.
Nos juntamos Mara Braum, Maria do Carmo e eu para desenvolvermos essa proposta a partir da pergunta:
"O que fazer com a aposentadoria que chega?"

Como se dá esse processo?
Todas as pessoas sentem o mesmo?
É tranquilo?
Traz medo?
O que nos aguarda nesse tempo que virá?
O que fazer do nosso tempo aqui nesse novo tempo?
Já começamos nossas pesquisas.
Idéias fervilharam em nossa viagem de volta...
Viajamos no assunto e nos pegamos envolvidíssimas com o tema!
Na mesma noite já pesquisei alguns sites e enviei pra Mara ir organizando... Maria fez o mesmo e estamos nos movimentando!

sábado, 20 de setembro de 2008

Velhas Fotografias... Novo Olhar


“Histórias de Arroio do Sal, Terra de Areia e Três Forquilhas que as fotografias não contam”

Esse é o nosso projeto de aprendizagem (PA), desenvolvido nas interdisciplinas de Projeto em Ação e Seminário Integrador V, nesse semestre.
Pensamos em desenvolver esse trabalho por simples curiosidade. Agora já estamos muito interessadas, até porque, ao darmos início a ele começamos a falar das nossas fotografias, das histórias que fomos lembrando, e do que ouvíamos alguém falar sobre algumas delas. E nos empolgamos bastante.


Já subimos ao sótão....
Começamos a remexer em nossos baús...
Abrimos nossos “velhos álbuns”...
E estamos nos encantando com nossos guardados!


Já intimamos nossos parentes e velhos conhecidos a nos trazerem suas fotos, nos contarem suas histórias, e nos emprestarem suas fotografias.



Para iniciar nosso PA, começamos a nos movimentar virtualmente.
Nos encontramos duas vezes, nas aulas presenciais, e mais uma aqui em Arroio do Sal, (eu Mara e Maria do Carmo), e temos mantido contato via Rooda, MSN e mail, com a Terezinha.
Todas nós estamos pesquisando, procurando fotografias, pessoas mais velhas, acervos fotográficos.
Já colhi algumas com minha avó, minha amiga Selma, e vou ainda pegar outras no Jornal de Arroio do Sal, além de ir na Prefeitura Municipal.


Já começamos nossas pesquisas sobre a evolução da fotografia desde os primórdios da civilização, onde um simples “retrato” era a forma de registro, até a atualidade, onde podemos nos permitir tantos “ajustes”, acertos, “ajeitadinhas”, correções necessárias, e até montagens, juntando pessoas não presentes ao evento, no momento, com outras em local e cenário diferentes, distantes...com nossas potentes, poderosas e atuais câmeras digitais.

Aqui, me veio um pensamento: pois esta atualidade de "forjar" uma cena com pessoas não presentes, em cenários também não reais, parecidíssimo com uma das situações que minha mãe conta, de quando um casamento acontecia pelas redondezas e era fotografado alguns meses depois, com a vinda do fotógrafo. Algumas vezes acontecia de a noiva estar grávida, pois o casamento já estava consumado a meses!!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Visita portfólio



Visitei o portfólio da minha amiga Carem.
Pois então lendo tuas reflexões e afirmações categóricas sobre tuas "capacidades"
escritoras me peguei aqui, te contando minhas dificuldades, contrárias às tuas: não sei sintetizar minha fala/escrita! Escrevo, escrevo, escrevo, falo, falo, falo...
até perco o tempo estipulado pra apresentação do workshop!!!
Sempre.
Também quiz ser poeta,
tecelã e
professora.

E continuo querendo tudo isso.

Organização e Gestão da educação

Como tudo na nossa vida pessoal, precisamos de organização para dar conta da demanda das nossas responsabilidades e obrigações: afetivas, familiares, sociais, profissionais e financeiras, precisamos criar nossos "Sistemas de Organização Familiar". E este tem que ser compartilhado na atual conjuntura em que vivemos! Dividimos tarefas e funções. Suprimos todos os "limites" das nossas necessidades. Por vezes (atualmente muuitas!!!) tomamos medidas drásticas, principlamente no financeiro para darmos conta de tantas obrigações e necessidades. Isso tudo na nossa "esfera" pessoal.

Dar conta da manutenção da Educação no País (enorme feito o Brasil) demanda muito mais complexidade para se chegar a um bom termo de oferta e suprimento da demanda necessária, em tempos tão atuais e modernos em que vivemos.
Conforme as leituras propostas pela interdisciplina Organização e Gestão da Educação, " Federalismo e Descentralização, Responsabilidades das esferas de Governo para com a educação e Sistemas de Ensino",da Dra Nalú Farenzena, podemos ter uma ampla visão do cenário nacional em que se encontra nossa organização educacional ao longo de todos esses anos de educação formal que já vivemos e permanecemos em vigência.


Em seus textos f ica claro e explicita o Regime de compartilhamento em que está inserida a educação nacional brasileira, através das esferas Federal, estadual e municipal.

Conforme a doutora Nalú farenzena, temos um quadro geral de organização política do Brasil na história mais recente do país: "O Regime Militar de 64 vem como mecanismo de repressão política, controle de sistemas de segurança regionais, centralização fiscal e proliferação de agências federais nos estados, dando novo formato à federação, com menor autonomia dos estados "entes" da federação, frente á União. (Sallem Jr.96). A abertura política e a transição democrática dos anos 80, traz diferentes segmentos da sociedade clamando pela reconstrução do restabelecimento do federalismo como condição para a democratização do pais: descentralização fiscal (em 1983 e 1988), retorno das eleições diretas para governador, prefeitos das capitais e de áreas de segurança nacional. Mais a Constituição de 1988 que caracteriza-se pela não centralização do poder político, reconhecimento dos municípios como componentes da Federação, e o fortalecimento do poder dos estados e a descentralização fiscal, em especial dos municípios aponta para novas necessidades de organização da educação brasileira.

Aqui, então estados e municípios brasileiros, historicamente, assumem a oferta da educação básica, deixando que à União passe a tuar diretamente na educação escolar através da contribuição à manutenção e desenvolvimento do ensino e aos programas suplementares das redes estaduais e municipais de ensino, cfe ressaltado pela doutora Nalú farenzena.

A educação nacional brasileira exige então normatização para delimitar a responsabilidade das três esferas de governo, União, estados e municípios, que é feita através do órgãos competentes, com a participação dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Elaboração das diretrizes e bases da educação nacional e outras leis de interesse nacioanl cabem ao Congresso Nacional. Assembléias legislativas e Câmaras municipais de Vereadores podem então complementar a legislação nacional ou estadual. Aos poderes executivos de cada esfera cabe normatizar a educação da sua rede através de portarias, decretos, resoluções, etc, complementando a legislação federal.

Enfim, como salienta a doutora Nalú Farenza "A atuação dos governos em regime de colaboração na área da educação é um objetivo a ser perseguido, não bastando somente a legislação determinar atuação compartilhada entre as esferas e sistemas para que essa se concretize".

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL

“Democracia é um estado de participação em que os cidadãos fazem parte,
têm parte e tomam parte na construção de uma
nova sociedade da qual se sentem parte”. (Bordenave)


A gestão escolar e da educação em geral, é tema central das políticas educacionais em todo o mundo, e abre o debate no Brasil a partir dos anos 70, com a luta da classe trabalhadora pelo direito dos seus filhos à escola pública, impondo reflexões importantes e necessárias às questões que envolvem a educação brasileira.
A gestão democrática da organização escolar inicia-se na década de 80, objetivando reforçar as relações escolares pela prática do compartilhamento das decisões sobre os assuntos da escola, democraticamente. Implicando com isso a participação ativa da comunidade escolar nas diversas dimensões que a permeiam. A gestão democrática é um processo em construção que envolve toda a organização da educação brasileira e que pretende estruturar um modelo de organização de educação emancipatória do sujeito, tendo como base a democracia participativa.
A gestão democrática da educação está associada ao estabelecimento de mecanismos institucionais e à organização de ações que desencadeiem processos de participação social: na formulação de políticas educacionais, determinação dos objetivos e fins da educação; planejamento, nas tomadas de decisão, na definição sobre recursos e necessidades de investimentos, nas deliberações e na avaliação. Sendo que nesse processo devem estar garantidos e mobilizados todos os diferentes atores envolvidos, no que se refere aos sistemas e nas unidades de ensino – escolas e universidades.
Para operacionalização da gestão democrática há um conjunto de instrumentos e medidas que configuram as possibilidades locais. Há instrumentos e instâncias formais para eleição de representantes de determinados segmentos da sociedade civil ou da comunidade escolar: os conselhos representativos; fóruns, plenárias e congressos (que também são mecanismos para a elaboração e deliberação das política educacionais); eleição de diretor de escolas; descentralização de recursos financeiros e projetos pedagógicos são elementos também importantes, assim como conselhos de classe, assembléias, comissões, avaliação institucional, etc.
Atuo em duas escolas, uma municipal, de educação infantil, a outra estadual, de ensino fundamental. A nível de Município não temos gestão democrática, pois tudo o que é deliberado, decidido, vem pronto. Todas as decisões são tomadas pelos nossos governantes, e sua equipe de gestores. Somos chamados sempre a “participar” de reuniões e dar sugestões, mas tudo a título de participação, estar ali naquele momento e só. Participação efetiva, como representatividade, autonomia de escolher e decidir e garantir essa escolha, não existe. Pois autonomia é coletivo, é comunidade escolar, e não somente um pequeno grupo de professores, sentado com a coordenadora pedagógica, a supervisora e a diretora ( que detém um cargo político partidário) para resolver tão somente nosso planejamento das aulas, das atividades coletivas que faremos entre as turmas, e até mesmo de um grupo de estudos organizados pela orientadora educacional. Até fizemos um projeto político pedagógico bem bonito! Mas, penso, muito além da nossa realidade imediata, das nossa necessidades prementes: encontrar soluções para que nossos alunos e a instituição cresçam juntos, possibilitando a garantia de nosso aluno permanecer na escola, completar a escolaridade mínima exigida e ir além, garantindo seus direitos básicos de construir e lutar por uma sociedade melhor e mais digna de se viver; podendo construir suas relações em condições justas e igualitárias com seus pares. Somente isso, não transforma nossa educação municipal em palco de uma sociedade construtora de sujeitos participativos, que lutam em busca de uma educação transformadora, uma escola de qualidade e querem acesso à ela para seus filhos e para todos. Na rede estadual temos eleição de diretor, que acaba sendo um mero administrador da escola: preocupadíssimo em como arrecadar fundos para manutenção do espaço físico da escola, em dar conta da “contabilidade – burocrática” ( aqui leia-se: papelada da secretaria) e manter o funcionamento da escola dentro da “normalidade” diária de uma empresa qualquer. Temos Conselho escolar, que atua como “solucionador” de aluno-problema-indisciplinado. O ppp dessa escola já havia sido feito quando entrei lá, a mais ou menos cinco anos atrás. De lá para cá, refizemos nossos planos de estudo das séries. Então, nesse ano de 2008 tivemos enturmação das turmas dos anos iniciais a mando da nossa Governadora. Juntamos duas turmas e trabalhamos um pouco mais, com muito menos recursos, sem nenhum material de apoio, sem nenhuma assistência pedagógica, numa sala de aulas arcaica, sucateada, e tendo que dar conta de resolver todas as nossas mazelas, sem que tivéssemos oportunidade de conquistar pais e alunos. Tudo isso gerou uma série de desconfortos e ainda mais descrença na educação oferecida, fazendo com que perdêssemos alguns alunos, dos bem poucos que já tínhamos.
Enfim, como nos diz as autoras Isabel Letícia Pedroso de Medeiros e Maria Beatriz Luce, “pensar a gestão democrática da educação é refletir sobre idéias que fazem parte de um conjunto de elementos, implicados entre si...”

terça-feira, 9 de setembro de 2008

TEMPO 1

Comecei minhas visitas aos colegas, em seus portfólios...
Visitei a Simone Mattos, pessoa que conheci ao final do 3º semestre, e aprendi a respeitar.
Deixei esse recado acerca do nosso "tempo":
Oi minha querida amiga Simone Mattos.Visitando novamente teu portfólio, gostaria de comentar tua fala sobre o tempo e sua organização. Pois é nova caminhada, novos tempos para nossas atividades escolares, discentes. E tudo isso nos demanda muito tempo, portanto, organizá-lo, eleger prioridades, pensar em esticar ou diminuir aqui e ali. É tanta atividade que temos de nos desdobrar, que muitas vezes "empurrar com a barriga" não é só acomodação, não!!! Em algum tempo, tomara que seja por pouco tempo, é única solução que encontramos, pois há prioridades que se apresentam sem estarem agendadas... Beijos

sábado, 6 de setembro de 2008

PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA-EIXO V 2008/2

A partir da leitura do texto “Introdução à Psicologia Da Vida Adulta”, das Dras Tânia Beatriz Inasko Marques e Luciane Magalhães Corte Real e da professora Jaqueline dos Santos Piccetti, e também da oferta do material de apoio: a apresentação do ppt “Desenvolvimento segundo Erikson” e também o texto “As oito idades do homem segundo Erikson”, de David Elkind,
entendi com essas leituras que em diferentes épocas os seres humanos apresentam características diferentes, e que as etapas vividas são marcadas por conflitos próprios, necessários. As passagens por essas etapas trazem perdas e ganhos ao indivíduo, sendo que em algumas pessoas predominam sentimentos de perda e em outras há predominância pelos sentimentos de ganho. A cada etapa vivida, a passagem para a próxima etapa significa expectativas diferentes com relação à sua própria vida. Sendo assim, pode-se dizer que cada indivíduo lida com essas etapas e passagens a sua própria maneira, e dependendo de como essas vivências forem resolvidas, essas etapas também vão sendo ultrapassadas.
Por exemplo, espera-se do adolescente que ele demonstre sua rebeldia, desafiando pais, professores, perigos...Chamando atenção para si e para seus problemas. Não se espera o contrário, retraimento, demonstração de apatia ou desinteresse total pelas mudanças físicas, sexuais , psicológicas e afetivas que estão ocorrendo consigo.
Do mesmo modo, espera-se que resolva seus conflitos e torne-se um adulto responsável, íntegro. Que forme família, sustente-se, tenha sua casa e sua independência. E que passe adiante a seus filhos, esse legado de luta, de integridade e confiança.
O indivíduo então pode viver feliz e realizado, aproveitando cada uma delas e vivendo-as em seu tempo, ou, se não foram bem vividas, bem resolvidas, pode tornar-se infeliz, e mesmo assim, precisando ajustar-se aos acontecimentos e vivências sociais e individuais, mesmo que com isso possa apresentar comportamentos nem sempre bem aceitos ou bem vistos. Talvez nem mesmo supere, ao longo de toda a sua vida, essas etapas, passagens, e ajustes necessários para realizar-se pessoal, profissional e afetivamente. Onde posso então concluir que será um adulto “desajustado ou desequilibrado” frente à sociedade.

Concluindo, então: cabe a nós professores dos anos iniciais estimularmos nossos alunos a “indústria – produção individual” (fase 4 segundo Erikson) ,dentro da construção coletiva de aprendizagem com confiança, permitindo aumentar-lhes a auto-estima, possibilitando assim a autonomia ao nosso aluno para a construção das suas aprendizagens.
Podemos ter um adulto bem resolvido em sua produção, nas suas construções pós-escola, comportando-se socialmente com naturalidade, sensibilidade e responsabilidade, confiante de que suas vivências lhe permitirão uma melhor forma de resolver seus problemas, vivendo sua vida com mais prazer, satisfação e alegria.



domingo, 10 de agosto de 2008

ORGANIZAÇÃO DO TEMPO

"Todos nós temos e teremos sempre muitas atividades,
inúmeras coisas para ver, analisar, resolver e tomar conta.
Por isso, organizar o tempo é fundamental!"
Lya Luft


Pois falar de tempo não é fácil.
Normalmente não há muito tempo para refletirmos nossa caminhada.
Nem pessoal nem profissional.
Sempre temos muitas coisas a fazer, e acabamos fazendo todas essas coisas sem muito pensar, sem muita reflexão.
Mas dá para olhar para trás e ver tudo o que já construímos, tudo o que já trilhamos.
Podemos rever esse caminhar e mesmo que seja pouco o tempo, dá pra tentarmos ir nos adequando aos novos tempos que temos a vencer.

No semestre passado trouxe às minhas reflexões o conto "A moça tecelã", de Marina Colasanti.
E continuo com essa reflexão nesse quinto semestre do Pead, e também nos meus onze anos de educadora,

"posso tecer a minha prática diariamente como educadora e também posso tecer a minha aprendizagem enquanto aluna:
fazer, tecer, construir".

Mas com todo o direito, e por vezes com o dever de:
recomeçar, reconstruir, refazer meu trabalho e minhas compreensões...
enfim,
...continuar tecendo práticas melhores, criações, possibilidades, novas construções, enaquanto pessoa, aluna, estudante e também enquanto professora, educadora, formadora de alunos!


Meu tempo está aqui, clique e veja.