terça-feira, 3 de março de 2009

2009-1 Eixo VI

Que venha!
Estamos prontas pra caminhada.
Bjus

Workshop - V 2008-2

Esse foi um dos melhores que participei!
Nosso grupo teve outra formação: permanecemos cinco colegas da mesma letra e mais sete colegas novas.

Foi um novo momento esse.
Aqui nesse encontro pudemos perceber o tanto que cada uma de nós cresceu. Nossa!

Falamos e ouvimos de democracia, de coletivo, de autoria, de diversidade, conflitos necessários,
falamos de escola nossa, do outro, e de sonho. Desejo de mudança. Falamos de conhecimento e de busca de conhecimento. Construímos muito ao longo desses cinco semestre já caminhados. E todas nós, mesmo em nossas limitações, pudemos nos fazer entender em nossas falas.

Amei essa nova formação de grupos, tomara o próximo semestre nos contemple com essa mesma forma de escolha.



domingo, 7 de dezembro de 2008

Plano Individual de Estudos - PIE

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS

Meu plano individual de estudos apresentado no quarto semestre foi muito simples.
O objetivo geral do eixo IV foi “empenhar-me nas propostas de trabalho apresentadas pelas interdisciplinas do eixo, com o melhor aproveitamento possível, dedicando-me ao máximo dentro do meu exíguo tempo disponível, favorecendo-me uma aprendizagem mais efetiva, que possa se refletir na minha prática diária, possibilitando melhorias em favor de meus alunos”.
Tracei meus objetivos específicos baseados naquilo em que eu tinha de mais dificuldade: encontrar tempo para dar conta de várias atividades ao longo do dia. Incluindo também oferecer aos meus alunos um pouco das tecnologias da comunicação e da informação, ferramentas as quais tive a oportunidade de conhecer enquanto aluna da Pedagogia à Distância – Pead, e que aos poucos vou me apropriando: “quero levar as tecnologias que estou aprendendo a utilizar para minha sala de aulas, permitindo aos meus pequenos um contato mais direto com as ferramentas oferecidas, podendo utilizar o computador como uma forma a mais para motivá-los em busca das suas aprendizagens diárias”. Então, acrescentei meu objetivo maior quanto ao trabalho que desenvolveria em sala de aula com meus alunos: “introduzir a pesquisa científica nas minhas aulas, aos meus alunos, ensinando-os onde buscarem o assunto, o tema, o que procuram; aguçando-lhes a curiosidade, o prazer de ler, de ver, o contato direto com o mouse, a posição diferente do alfabeto no teclado, a busca pelos livros na biblioteca, o manuseio de mapas, Atlas, globo terrestre, enciclopédias”.

Para desenvolver meu pie comecei sem o laboratório de informática na escola, então me adeqüei a isso e criei primeiro um “blog manual” onde os alunos deveriam fazer registros diários das nossas aulas, num caderno específico. Esse registro deveria conter uma ilustração da atividade que mais gostaram ao longo do dia e um registro escrito (este poderia ser feito pelos pais ou quem os auxiliasse no tema de casa, até que tivessem a autonomia necessária para a escrita autônoma). Essa idéia foi aproveitada da colega Tamires, apresentada no workshop do terceiro semestre.

Então, em abril começamos nosso projeto de pesquisa na biblioteca de fato, projeto esse intitulado “Projeto de Pesquisa”. E que foi registrado nesse endereço: http://stelabixo.pbwiki.com/PESQUISA+DIETSCHI?lo=48852325.

Revendo meu plano individual de estudos percebi o quanto foram importantes esses objetivos que tracei. Numa primeira leitura aparentam serem mesmo muito simples. E são. Mas, embora tão simples, foram de uma importância tal que pude fazer com que se tornassem imprescindíveis para o desenvolvimento do meu projeto com os alunos.

Refletindo, retomando, relendo as escritas que fizemos juntos, as leituras que realizamos na roda de conversas da biblioteca, admirando as ilustrações, os livros que confeccionamos, relembrando todos esses momentos, e que não foram poucos, pois utilizamos mais de cem horas de trabalho conjunto, fiquei muito feliz de ver o quanto deu certo esse primeiro trabalho voltado à pesquisa para os meus alunos, mas que para mim foi muito mais gratificante: “pude vivenciar muitos momentos encantados juntamente com meus alunos, desde o manusear o mouse, olhar a tela do monitor, pegar, tocar no computador, buscar uma imagem e inserir no registro, ouvir e discutir as informações advindas da máquina, registrar as informações nas ilustrações, “ver e tocar a pesquisa” colocada na parede no papel pardo...” Fiquei mais feliz ainda ao poder registrar esses momentos aqui.

Para finalizar, gostaria de informar que esse foi o primeiro projeto de pesquisa científica mais elaborado que já desenvolvi com meus alunos, mas que é só o primeiro e já estou colocando em pauta novo projeto para o ano de 2009.

Meu plano individual de estudos teve algumas falhas relativas aos objetivos pessoais de estudos, pois como relatei no Portfólio de Aprendizagens do semestre passado, não consegui atingir completamente todos os objetivos traçados, mas o resultado em sala de aula foi excelente, não deixando nada a desejar nesse ano de 2008.

“Tenhamos em mente que educar é abrir caminhos, ultrapassar fronteiras, desbravar trilhas rumo aos novos horizontes. Educar é uma via de mão dupla: tanto ensinamos quanto aprendemos. Tanto doamos como recebemos. Essa é a magia essencial que concede ao homem a sabedoria e a capacidade de superar-se a cada manhã”. Gabriel Chalita, Secretário de Educação de São Paulo (2008).

Stela Maris da Rosa Dias

sábado, 6 de dezembro de 2008

Projeto Político Pedagógico X Regimento Escolar

A DEMOCRACIA É UM PROCESSO EM PERMANENTE CONSTRUÇÃO E APRENDIZAGEM,
EXIGINDO UMA VIGILÂNCIA CONSTANTE.
O REGIMENTO ESCOLAR CUMPRE O PAPEL DE TRANSPARÊNCIA
DA ESCOLA E É EMANADO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.
O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DO PPP E DO REGIMENTO ESCOLAR
DEVE SER UM MOVIMENTO DE PARTICIPAÇÃO AMPLA
DE TODA A COMUNIDADE ESCOLAR PARA PENSAR
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA.

A CONCEPÇÃO DE ESCOLA COMO INSTITUIÇÃO
RELATIVAMENTE AUTÔNOMA E RESPONSÁVEL
PELA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO EDUCATIVO
VEIO A ACONTECER SOMENTE A PARTIR DA CONSITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

1. É O INSTRUMENTO QUE REFFLETE O DESEJO TEÓRICO,
ORIENTADOR DAS PRÁTICAS ESCOLARES.

2. É A CONSTRUÇÃO COLETIVA PARA CONCRETIZAÇÃO DA AUTONOMIA DA ESCOLA E DOS PROFESSORES EXPRESSANDO SUAS
CONVICÇÕES PEDAGÓGICAS.


O PPP DEFINE O REFERENCIAL DA ESCOLA DESEJADA:
1. O PAPEL DOS DIFERENTES SEGMENTOS

2.CONHECIMENTO
3. CURRÍCULO
4. AVALIAÇÃO
5. OUTROS ASPECTOS IMPORTANTES

A FORMULAÇÃO DO PPP REPRESENTA:

1. UM ESPAÇO PARA A CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UMA ESCOLA PÚBLICA DEMOCRÁTICA
2. É O REFLEXO DA ESCOLA DESEJADA


O REGIMENTO ESCOLAR


1. É A TRADUÇÃO DESSE PROJETO EM NORMAS
LEVANDO EM CONTA AS ESPECIFICIDADES
DE CADA ESCOLA.
2. É A REGULAMENTAÇÃO EM NORMAS ESPECÍFICAS DOS CAMINHOS A SEREM SEGUIDOS
3. É O MODO COMO A ESCOLA SE ORGANIZARÁ PARA PÔR EM PRÁTICA ESSAS OPÇÕES TEÓRICAS
4. O REGIMENTO ESCOLAR, QUE DO PPP SE ORIGINA, TAMBÉM SERÁ ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO COLETIVA
5. É A OPERACIONALIZAÇÃO DAQUILO QUE ACREDITAMOS QUE PODEMOS CONSTRUIR



“A ESCOLA SÓ SERÁ MUDADA COM UM TRABALHO PACIENTE,
DIFÍCIL E HONESTO.
PARA CONSTRUIR UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA,
PARA UM MUNDO MAIS JUSTO E MAIS SOLIDÁRIO,
É PRECISO ENFRENTAMENTOS.”
(Bernard Charlot)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

GESTÃO DEMOCRÁTICA DA EDUCAÇÃO

Assisti a parte 1 do vídeo Gestão Democrática – Teoria e prática.
Nas falas dos convidados ali, professora Isabel Pedroso, professora Lisete Gomes e o professor Jorge Najjar entende-se claramente que a gestão democrática é um processo importantíssimo de construção coletiva. A construção da gestão democrática na escola passa a ser a representação de vários atores, contribuindo e ocupando espaços para um melhor desempenho das práticas pedagógicas, permitindo com isso a luta por uma escola melhor, de mais qualidade. A participação efetiva desse atores permite um processo final mais rico, mais amplo de possibilidades de se construir uma escola melhor gestada e melhor vivida. Essa democratização escolar é um desafio grande a ser vencido, pois envolve muitas pessoas, muitas idéias, pensamentos diferentes. Que necessitam chegar a um acordo: o que é melhor para essa instituição? O que pensam e o que querem a comunidade do entorno, os alunos, os profissionais que ali trabalham? os administradores que a gerem? A prática pedagógica está sendo desafiada a permitir uma “intromissão” (aqui como sinônimo de participação coletiva efetiva) da parte de todos os que nela vivem. É necessário que todos nós, sujeitos envolvidos nessa construção, participemos desse caminhar, debatendo, discutindo, garantindo nosso direito de discordar e apontar soluções em prol da coletividade, aceitando e refazendo nossa atuação frente aos alunos e aos novos desafios que nos rodeiam. Ampliar a democracia é um exercício de aprimoração, que nos permitirá aperfeiçoar essa caminhada, conforme a professora Isabel destacou no vídeo.
Conforme o vídeo ia passando, fui me lembrando que eu mesma participei em 99 e em 2000 da construção do PPP de duas escolas municipais em que trabalhei. As reuniões se davam com muitos participantes, havia discussões acaloradas. Todos se envolviam e juntos chegamos à conclusão do melhor passo, da melhor forma de se alcançar uma educação melhor, uma prática pedagógica mais efetiva. Todas essas reuniões eram possibilitadas em horários que todos participavam. P.s. Aqui nas escolas municipais os professores ainda são cargos políticos indicados pelos prefeitos. Inclusive hoje trabalho numa escola municipal de educação infantil que nos possibilita sempre a discussão coletiva quando temos “acertos, arestas” a aparar. Paramos todos os segmentos, chamamos os pais, por turmas, e discutimos por uma melhor solução.
Em 2003 fui nomeada professora no Estado, entrei numa escola com diretor eleito pela comunidade, com PPP e regimento escolar. Mas, me parece até hoje que essa construção democrática não se mostra tão democrática assim. Os professores que ali atuam não se encontram nunca para nenhum acréscimo, nenhuma mudança, não acontece nenhum debate real do que está sendo feito, da prática pedagógica de consenso, por uma melhor qualidade da educação ofertada. Os encontros que se dão ainda são os conselhos de classes. Ainda não participei de uma reunião coletiva em que todos os segmentos da escola estejam presentes, que opinem, que ofereçam soluções. Tudo sempre fica na crítica, só pela crítica mesmo, nenhum apontamento de discussão que possibilite uma coesão de idéias para melhoria pedagógica. A maioria dos professores só se encontra ali no seu horário de trabalho, dá a sua aula e vai para outra (s) escola. Incluindo a mim, que trabalho em duas...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

PROJETO DE PESQUISA NA DIETSCHI



Esse projeto de pesquisa fez parte do meu planejamento escolar do ano letivo de 2008, e foi desenvolvido com meus alunos do 1º e 2º anos da Dietschi.

Fez parte também do meu PIE, no eixo IV, conforme registrei no meu objetivo do curso: “quero levar as tecnologias que estou aprendendo a utilizar (e que foi através do pead que tomei conhecimento) pra minha sala de aula, permitindo aos meus pequenos um contato mais direto com as ferramentas oferecidas, podendo utilizar o computador como uma forma a mais para motivá-los em busca de suas aprendizagens diárias.”

Dei início a esse projeto com o objetivo de “incentivar meus alunos à pesquisa, levando-os a utilizar a biblioteca e o seu acervo como lugar de busca de conhecimento, bem como possibilitar-lhes uma noção das tecnologias de informática, com o registro no blog (caderno virtual), para poderem se utilizar dessas ferramentas tecnológicas em seu favor nos anos escolares vindouros”.

Iniciamos em abril e concluímos agora em novembro.

A culminância deu-se na Feira de Conhecimentos da Dietschi, na data de 12 de novembro.

Apresentamos o produto final das pesquisas realizadas aos pais e comunidade escolar: exposição de um livro artesanal, individual de cada aluno, e sua respectiva pesquisa, confeccionados após cada socialização da pesquisa.

Ao longo de todo esse trabalho, empenhamos cerca de 100 horas efetivas, distribuídas durante o ano letivo, nas aulas de terça feira (dia em que a pesquisa individual se realizava) e na quarta feira (quando se dava a socialização ao grande grupo).

Aqui está o desenvolvimento do projeto.

Nossos registros da pesquisa e socialização encontram-se aqui .

O registro dos alunos estão nesse endereço .


sexta-feira, 31 de outubro de 2008

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO



A temática de estudos do financiamento da educação no Brasil, desse quarto módulo de estudos, abordou muitas questões um tanto difíceis para a nossa compreensão imediata, inicialmente. Porém, ao longo da leitura do texto “Noções Gerais Sobre o Financiamento da Educação no Brasil” de José Marcelino de Rezende Pinto e Theresa Adrião, percebe-se que com mais atenção pode-se ter uma idéia bem geral de como se dá esse financiamento em nosso país.


Conforme apontado na história do financiamento da educação no Brasil, através da leitura do referido texto, Pinto divide esse financiamento em três fases distintas. A primeira, de 1549 a 1759 delegava aos Jesuítas exclusividade do magistério público no país; a segunda fase inicia com a expulsão jesuítica e culmina com o fim da República Velha, apontando a busca de fontes autônomas para o financiamento ou previsão de dotações orçamentárias para o ensino. A terceira e última fase, inicia com a Constituição Federal de 1934 e permanece até os dias de hoje, tendo como principal mecanismo de financiamento para o ensino público a vinculação de percentual mínimo de recursos tributários.


Nesse período que atravessa toda a história do país na área educacional, tivemos várias questões que apontam tanto avanços como retrocessos, na busca e garantia da tão pretendida qualidade da educação ofertada. A história do financiamento educacional se passa através dos anos com o poder público procurando meios de manter a educação ofertada e a sociedade civil exigindo a tão perseguida gratuidade e qualidade na educação.


Com todo esse anseio, a garantia da educação de qualidade vem sendo palmilhada, batalhada e conquistada através dos tempos. A Constituição Federal de 1824 já determinava instrução primária e gratuita a todos os cidadãos. Com a reivindicação da oferta da escola pública feita pela sociedade civil, possibilitada pelas mudanças do modo de produção escravocrata nos centros urbanos, a revolução de 1930 também se faz presente nessa luta: a Constituição de 1934 vincula percentual mínimo da receita de impostos para a educação, priorizando-a. Inova também nesse sentido no seu artigo 139 obrigando as empresas a manterem ensino primário gratuito para os trabalhadores e seus filhos. Passamos por um Golpe Militar em 64, período extremamente conturbado em todos os sentidos, para a democracia do país, em especial na área da educação que suprimiu a vinculação constitucional de recursos para a educação, diminuindo investimentos governamentais para essa área. Chegamos então a Emenda Constitucional 14, de 1983, a Emenda Calmon, que estabeleceu o financiamento da educação pública para as esferas de governo, um percentual mínimo de 13 % da arrecadação da receita de impostos para a União e 25 % para estados e municípios.


Atualmente estamos vivenciando um novo perfil de financiamento da educação pública brasileira: a Constituição Federal de 1988 manteve a redação da Emenda 14, aumentando o percentual mínimo de 18 % da receita dos impostos para a União, através do artigo 69 da LDBEN 9394/1996. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei 9394/96, permitiu também a inclusão da educação infantil nos gastos do MDE, embora caracterizando um procedimento inconstitucional. Foi criado o FUNDEF, Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental – regulamentado pela Lei 9424/97 e pelo Decreto 2264/97, fundo com duração de dez anos, a título de combate ao analfabetismo. Através da LDBEN foi garantido, assegurado, recursos para a educação por meio de três medidas transparentes: 1) correção trimestral da diferença entre receita e despesa prevista e realizada; 2) repasse dos valores correspondentes à parcela vinculada dos impostos destinados ao município diretamente pelo órgão gestor da educação, preestabelecido em prazos e 3) correção monetária em caso de atraso desses recursos, responsabilizando civil e criminalmente as autoridades competentes. O salário educação, criado em 1964 pela lei 4440/64. Implantação do Fundo de Manutenção e desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério – FUNDEB, que foi aprovado em 26/01/2006, (em substituição ao FUNDEB, com prazo de expiração para 31/12/2006), também criado como fundo provisório, com duração de 14 anos.


Além dos impostos e do salário educação, a LDBEN 9394/96 em seu artigo 68, permite destinar recursos originários da receita de outras contribuições sociais, incentivos fiscais ou outras transferências, destinados á educação.


Diante dessa explanação, chegamos ao financiamento da educação municipal, objeto específico da atividade proposta nesse módulo 4.


Em pesquisa realizada na Secretaria Municipal de Educação do nosso município, confirmei que as fontes de recursos para o financiamento da educação municipal aqui em Arroio do Sal, na sua rede de ensino são: aplicação de 25% da arrecadação dos impostos na educação, mais os recursos oriundos do FUNDEB, MDE, Convênios estadual e federal de transporte escolar e recebe repasses da merenda escolar através dos programas PNAE/PNAC/PNAP.
Nosso município oferta matrícula para mais ou menos 960 alunos atendidos nas quatro escolas municipais existentes: uma de educação infantil e três de ensino fundamental. Transporta uma média de 600 alunos diariamente, num raio de 40 quilômetros, dentro do município, em ônibus velhos e sem nenhuma estrutura nas vias de transporte que ofereçam um deslocamento mais seguro e aprazível aos alunos. Os professores que compõem a rede municipal são, na sua maioria, concursados e capacitados em nível superior. Há profissionais especialistas em toda a rede municipal como: psicólogos, orientadores educacionais, supervisores e nutricionista escolar. É ofertado no currículo do ensino fundamental, em todos os anos, aula de Língua Inglesa e Educação Física e também Língua Espanhola para os anos finais. Alunos com necessidades especiais são transportados diariamente para atendimento na APAE - Torres, onde o município disponibiliza transporte gratuito, dois professores e um monitor em contrapartida pelo serviço prestado. Além desses, é oferecido também monitores em todas as escolas municipais, sendo numa média de dois para cada escola. As escolas são dotadas de secretários, merendeiras e serventes também concursados e são oferecidos cursos de capacitação anualmente a todos os profissionais envolvidos. As quatro escolas existentes serão ampliadas para seis, visto que estão em construção duas novas: uma de educação infantil e outra de ensino fundamental.


Esse aparato educacional oferecido em nosso município é acompanhado pelo Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB, que conta com oito membros titulares e respectivos suplentes. Os conselheiros são escolhidos através de indicação de entidades, por livre escolha do Executivo Municipal, ou através de eleição.