segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Paulo Freire

A interdisciplina de Didática nos brindou com uma atividade sobre os temas geradores, do nosso inesquecível Paulo Freire.
Aqui a minha postagem da atividade, trouxe a mesma do webfólio, pois gostei da escrita e penso que estão boas as minhas colocações:

ENFOQUE 5 - TEMAS GERADORES
Stela Maris da rosa Dias (Pead)*

Após as leituras sugeridas pude perceber a importância da fala do professor Paulo Freire sobre os temas geradores: é necessário que os educadores investiguem junto aos seus alunos qual a realidade em que estão inseridos, encontrando no seu universo vivido o que oferecer como conteúdo significativo para a aprendizagem da palavra a ser lida e escrita.
Conforme Paulo Freire diz: “diálogo é encontro solidário do homem mediatizado pelo mundo, que o permite refletir e agir, criativamente sobre esse mundo que o cerca para a conquista da libertação humana”.
Os educadores devem construir o conteúdo programático de forma organizada e sistematizada através dos elementos que os próprios alunos trazem da sua realidade, inserindo-os num pensar crítico sobre a realidade vivida. O educador por sua vez deve problematizar a situação concreta e presente do aluno, levando-o a refletir o mundo em que vive através das suas aspirações, desafiando-o a uma resposta pensada intelectualmente por meio da sua ação, que pode então transformar esse mundo vivido em mundo real e sonhado como melhor para si junto com o outro.
Frei Betto em sua fala sobre o educador Paulo Freire traz o método Freiriano claramente traduzido: “alfabetizar conscientizando permite a descoberta do que é natureza e cultura; qual a importância do trabalho humano e da ação do homem sobre a natureza, o que lhe permite a transformação dessa ação em cultura”. Humanizando a natureza e os homens se instauram as relações sociais, salariais, opressoras, domesticadoras, libertadoras.
Entender que a leitura do texto será melhor compreendida pelo aluno quanto mais o texto estiver inserido no seu contexto de homem-sujeito real levará o educador a programar o seu conteúdo através daquilo que permitirá ao seu aluno adentrar ao mundo da escrita e da leitura a partir do seu mundo real e vivido.

Bibliografia:
FREIRE, Paulo. A dialogicidade – Essência da educação como prática da liberdade. In: _____. Pedagogia do Oprimido. 40ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. p.89-101.
Frei Betto. Paulo Freire: a leitura do mundo. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/col_3.pdf, acesso em 01/12/2007.

domingo, 1 de novembro de 2009

LIBRAS - FILMES

A interdisciplina de Libras nos ofereceu como atividade assistir a dois filmes: Meu nome é Jonas e O Menino selvagem. Ambos os filmes antigos que nos mostram a história de dois meninos surdos em favorecimento da sua permanência na sociedade que os rejeita.

Desde o início da história dos surdos, assim como várias deficiências aparentes, esses indivíduos foram excluídos, proibidos e marginalizados pela sociedade, tanto na atualidade quanto na antiga sociedade.

E durante todo esse tempo sempre houve pessoas interessadas, batalhadoras e imbuídas de muita coragem, que calgaram importantes caminhos empunhando várias lutas em favor dessa parcela de indivíduos excluídos da escola, da vida social e marginalizados em sua aparência, sem serem levadas em conta suas possibilidades, sua inteligência e suas necessidades de apoio especializado, moral e afetivo.

O primeiro filme, Meu nome é Jonas, mostrou a fragilidade da estrutura familiar, o despreparo e o desrespeito escolar, hospitalar e da sociedade em geral quando se vêem diante de uma criança diferente. A mãe adotou uma atitude cega frente a inseri-lo imediatamente aos costumes, hábitos e comemorações familiares, no bairro e na escola, logo após sair do hospital onde permaneceu por três longos anos, por causa de um diagnóstico errado que o deu como deficiente mental, enquanto ele era simplesmente surdo. O pai demonstrou o filme inteiro o quanto os homens são pragmáticos e racionais. Verbalizando suas frustrações durante todo o tempo, partindo sempre pra agressão antes de conversar. Jonas assistia e “sentia” as cenas exaltadas, as brigas constantes e os desequilíbrios das emoções em ambos.

A escola era um local somente para treiná-lo ao mundo da palavra, tentando moldá-lo a uma sociedade discriminadora e castradora, que não permitia o uso da comunicação através dos sinais.

A sociedade à qual sua família fazia parte não o recebeu, nem o acolheu no seu retorno ao convívio familiar.

Enfim, situações que pensamos serem normais entre a família de filho “diferente”, surdo, de alguns anos atrás. Afinal, há poucos anos é que os conceitos de “criança diferente” passaram a ser normais em sua condição, apenas vistos como tendo suas limitações e especificidades.

As reflexões que esse filme me proporcionou foram no sentido de perceber o quanto é difícil aceitarmos o filho diferente, o especial, enquanto nos preparamos para recebermos um filho normal, igual a todos os outros, e esperamos serem aceitos normalmente pela convenção social: poder inserir-se em todos os grupos que a família pertence, freqüentar a escola regular e ser visto por todos.

Como educadores também não ficamos muito longe disso: faz poucos anos que a escola abriu as portas à aceitação de alunos diferentes. Ainda temos escolas sem acesso físico e sem preparo do professor para o trabalho de alunos deficientes, qualquer que seja a sua limitação ou necessidade. E também contamos com a boa vontade de uns poucos profissionais que se permitem aceitar e abrir-se ao novo, ao diferente, procurando caminhos, métodos e meios de se instrumentalizar para essa nova realidade que vamos adentrando no mundo escolar: democracia e universalidade do ensino para todos.

Felizmente hoje temos mais consciência, enquanto educadores e mesmo pais, que somos parte de comunidades de indivíduos diferentes e podemos constituir-nos de vários grupos, conforme nossos interesses, afetos e livre arbítrio.

O filme “O menino selvagem” nos mostrou a luta de um médico em favor da possibilidade do menino Victor demonstrar sua inteligência.

Tendo sobrevivido ao abandono na selva durante vários anos, Victor foi encontrado e levado ao instituto de educação de surdos, pela evidência de não falar. Após algum tempo ali, onde não se adaptou à clausura nem ao contato humano, pelo fato de ter vivido livremente até então e somente ter convivido com os animais nesse período de sua vida, adquirindo seus hábitos alimentares e comportamentais, foi dado como idiota pelos profissionais dali.

O menino foi chacotado publicamente, exposto ao público curioso e excluído por que não se encaixavam no padrão.

O Doutor Itard fazia suas anotações diárias sobre o procedimento adotado e as reações provocadas no menino. Uma das suas falas iniciais diz que “tudo o que o menino faz desde que chegou aqui é feita pela primeira vez”.
Para mim essa fala foi de uma importância fundamental, pois nos dá um entendimento real da situação vivida pelo menino, e pelos tantos outros indivíduos excluídos da nossa sociedade vigente. Nem sempre nos comportamos da maneira que o fazemos somente pelo fato de querer chocar as pessoas a nossa volta, ou por birra, ou para chamar a atenção. O médico nos diz que o fazemos “pelo simples fato de nunca termos feito aquilo”, isso me permitiu um novo pensar sobre todos os meus alunos: não conseguem dar conta de tudo porque ainda não viveram aquelas experiências, não passaram por essas vivências, não viveram o processo de aprendizagem através da experimentação.

O ato de aprender a caminhar foi como se ensina a uma criança de um ano. O aprender a segurar o talher, o levar à boca, abrir e fechá-la, a mastigação. A necessidade de deixá-lo sentir a necessidade da roupa, para então vestir-se. Isso também confirmou meu trabalho com meus pequenos da educação infantil: a necessidade de deixarmos que se tornem autônomos em suas ações necessárias, diárias; alimentar-se corretamente, demonstrando-lhes o uso de talheres, o uso da escova de dente, o retirar e colocar roupas e calçados, organizar seus materiais na mochila, pegar suas roupas, sua toalha, identificando-as. Pequenas atividades que devemos ensinar-lhes, pois ainda não viveram essas experimentações todas em sua casa, com seus pais ou cuidadores.

Por várias vezes ainda precisamos chamar alguns pais e dizer-lhes que devem permitir a seus filhos realizarem essas mesmas ações em casa, pois essa experimentação os ajudará a adquirir as habilidades necessárias para sua autonomia enquanto ser que aprende e necessita praticar várias vezes essas vivências para internalizarem-nas.

Observei no filme que o médico trabalhou primeiramente a oralização de Victor, mas que não obtinha muitas vitórias com isso, então passou a ensiná-lo a utilizar a linguagem gestual para a comunicação. A partir daqui então introduziu a escrita na vida de Victor, tirando grande crescimento na associação da figura à palavra.

Na escola que conheço, onde fomos visitar a turma de surdos no ano passado, juntamente com a menina com deficiência auditiva que tive, percebemos esse mesmo método de trabalho junto ás duas professoras que ali estavam. Inclusive nos mostraram alguns livros, um dicionário e os cadernos de alguns alunos com a associação figuraXpalavra.

Assim outros tantos momentos do filme nos levam a outras tantas reflexões necessárias nesse momento presente, de inserção dos alunos diferentes, especiais e necessitados de novos olhares, de novas práticas em nosso trabalho, tanto em nossa sala de aula quanto inseridos em nossas comunidades.

Os surdos, tanto na escola quanto na Cidade, merecem ser vistos como pessoas iguais a todos os outros indivíduos, e com necessidades especiais de atendimento e de vontade por parte dos profissionais que os atendem, da comunidade que os cerca, das pessoas com as quais vivem e convivem.

O poder público precisa fazer sua parte, adotando políticas e ações para incluir todos os alunos democraticamente nas escolas, mas os profissionais também têm que estar abertos e prontos a novas aprendizagens, principalmente no sentido de buscar aperfeiçoamento, formação e motivação para esse trabalho.

Enfim, todos nós precisamos dar conta de buscar um método, através de instrumentalização e meios que possibilitem agregar aprendizagem á inteligência possível que todos os indivíduos possuem, cada uma na sua especificidade.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

LIBRAS

A Interdisciplina de LIBRAS trouxe muitas informações importantes ao longo do semestre.
Pelas leituras realizadas pude entender que para acontecer a comunicação através dessa língua é necessário a utilização de parâmetros: configuração das mãos , locação, movimentos e orientação das mãos, mais a expressão facial e corporal. Nessa combinação é que se obtém o sinal.
Outra coisa que aprendi aqui: a LIBRAS é a língua dos surdos no Brasil, eu pensava que era universal!
A LIBRAS é tão importante para o surdo em seu desenvolvimento linguístico e cognitivo pois favorece a produção escrita, apoiando a leitura e compreensão de textos.

Pelo decreto 5.625/2005 “é considerada uma pessoa surda aquela que compreende e interage com o mundo por meio da experiência visual, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da LIBRAS.”
O uso da LIBRAS é a comunicação pelas mãos, não é mímica e nem linguagem, mas uma língua natural, captada pela visão, expressão facial e pelos movimentos do corpo combinados.
Aqui através do texto, oferecido na unidade 1, compreendi que a identidade surda é somente dos surdos, mas que a comunidade surda é feita também de ouvintes, e eu sou uma parte dela, desde que tenho convívio, sou professora ou tenho vínculo com uma pessoa surda.
Essas informações foram muito importantes e reforçaram meu pensamento anterior de que é necessário que o aluno surdo tenha condições de se fazer entender e de ser entendido através da comunicação, ou seja, que tenha condições de se fazer entender pela utilização de um código que o permita manifestar-se em qualquer situação; seja no afetivo, manifestando seus sentimentos ou no cognitivo, manifestando seu conhecimento ou desconhecimento.
As atividades porpostas pela interdisciplina de leitura dos texto, vídeo e atividades foram boas propostas de trabalhar e entender um pouco mais do assunto.

Continuando Sobre PAs...

Como registrei anteriormente, o ano de 2009 foi muito fecundo para mim em termos de Projetos de Aprendizagem.
Estou bem envolvida com a proposta dos Pas em meu trabalho de professora, tanto na escola municipal em que trabalho com a educação infantil, quanto na escola estadual, com os alunos dos primeiros anos.
Na educação infantil tenho desenvolvido ao longo do ano vários PAs, que surgiram da necessidade de trabalhar alguns assuntos/temas e também através dos alunos.
Estou registrando esses projetos em nosso endereço virtual.
Clique aqui para ver.

Quero trazer uma fala que Irís Tempel Costa e Beatriz Corso Magdalena trazem no texto “Revisitando os Projetos de Aprendizagem em Tempos de Web 2.0”:
o trabalho com PA configura uma situação aberta, desestabilizadora, cujos caminhos e resultados não são pré-determinados e nem conhecidos de antemão pelos professores” .

Aqui está a essência do trabalho de projetos, penso eu, pois é desafiador para nós enquanto professores darmos conta de construir algumas aprendizagens mais significativas aos nossos alunos, permitindo-lhes buscar seus conhecimentos através da sua curiosidade, daquilo que querem saber. E também permitir que nossos alunos busquem aquilo que lhes interessa, e não somente levarmos até eles os conhecimentos dos conteúdos que nós vamos transmitir, apresentando-os prontos e acabados.

Esse trabalho é tanto desafiador para os alunos quanto para nós mesmos, pois também nos leva a buscar meios e instrumentos que nos possibilitem aprender junto com os alunos, enquanto eles buscam construir seu conhecimento. Sendo que os resultados também não são conhecidos por nós, também nos acrescentam aprendizagens, e muitas.

Tenho um projeto específico intitulado “Inclusão Cultural e Literária na Biblioteca Pública Municipal”, que realizo com meus pequenos da educação infantil, onde tenho como objetivo promover um encontro entre os alunos e os livros, quinzenalmente, e cada um desses aluninhos, do alto de seus quatro, cinco anos de vida! escolhem o que querem pesquisar nos impressos da biblioteca. A cada quinzena é uma festa para eles e para nós professores, irmos até esse espaço, nos envolvermos com os livros e degustarmos com muito prazer desse encontro literário.
Todos os registros das atividades e visitas realizadas estão aqui.

Hoje, terça-feira, é dia de visita à biblioteca, para o encontro com o computador e os alunos no projeto “Inclusão Digital”.

E foi um dia muito importante!
Após várias semanas desde abril quando iniciamos o trabalho, os alunos partilharam mesmo o trabalho, o computador, o jogo, a diversão!
Os computadores não são muitos e a turma foi quase completa, quinze alunos, faltando somente um deles.
Então, os computadores tem que ser utilizados por mais de um aluno.
Isso sempre foi motivo de disputa pelo PC. Aliás, era motivo.
Hoje meus pequenos se juntaram e se ajudaram mutuamente. Cada um auxiliou o outro na sua tarefa: no quebra-cabeça, na memória, nos rabiscos, na colagem das imagens, no cenário. Pelas minhas anotações, sete alunos fizeram esse exercício de partilhar as atividades, realizando-as juntos e não mais esperando a vez do outro terminar logo para usar na sua vez.
Amei esse momento, me emocionei mesmo ao relatar para minha diretora o encontro desse dia.


Seminário Integrador X PAs

Esse ano letivo de 2009 foi muito importante para mim na interdisciplina do Seminário Integrador, pois ampliou um pouco os conhecimentos da metodologia dos Projetos de Aprendizagem.
Realizamos um PA no eixo cinco, que muito me frustrou por ter ficado inconcluso. Não conseguimos comprometimento dos integrantes do grupo, não conseguimos nos reunir mais vezes e não pensamos juntas o tanto que deveríamos para construir uma aprendizagem mais significativa do processo de construção de conceitos importantes, quanto ao trabalho de projetos e quanto ao trabalho em grupo. O assunto também não produziu uma busca que nos acrescentasse muita autoria, não damos conta de aglutinar nossas ideias, integrando-as ao texto produzido enquanto grupo de aprendizagem.

No eixo seis foi proposto retomar o trabalho de PAs.
Frustrada pelo primeiro PA não ter me permitido muito entrosamento e nem acrescentado alguma coisa que possibilitasse um melhor entendimento da proposta, como meio prazeroso de trabalhar enquanto aluna, acabamos nos envolvendo em um novo PA, com nova formação de grupo.
Então passamos por várias etapas durante essa nova construção: o tema proposto foi muito discutido, a pergunta inicial foi difícil de acertar, perdemos uma colega importante no meio do semestre, Mara Braum, e o trabalho foi realizado praticamente por mim, com ajuda da Maria e da Elaine. Mesmo sem muito entrosamento entre nós, fomos levando esse PA.

Nesse sétimo semestre, enfim concluímos o texto final, onde eu mesma dei a redação ao texto. E me surpreendi com o tanto que acrescentou esse trabalho a mim, enquanto aluna e professora: partimos de um trabalho exigido pela SMEC Municipal de Arroio do Sal, que nos obrigou a realizar dois encontros de formação para os professores municipais que não estavam interessados nessa obrigação de lá estarem, ainda mais com alunas iniciantes nas tecnologias da comunicação e da informação, e ainda por cima, colegas deles mesmos!

Ao reunir todos os nossos estudos, as nossas conversas, as postagens dos colegas, enfim, refletindo nossa caminhada de trabalho, pude perceber significativas aprendizagens: nosso trabalho de formação desacomodou e desafiou alguns dos professores a confiarem em nossa fala, e a experimentarem esse trabalho com seus alunos.
O mais importante para mim foi que na escola municipal em que atuo, onde eu era a única professora que levava a minha turma de alunos do pré-escolar (4/5 anos) à Biblioteca Pública Municipal para utilização dos computadores pelos alunos no Telecentro ali oferecido, mais quatro colegas passaram a usar esse espaço público com seus alunos também.

Fiquei bem feliz com essa descoberta, que foi permitida pelo nosso PA, pois foi fruto da mostra do meu trabalho que as permitiu incluírem a si e aos seus pequenos no telecentro da Biblioteca, usando os computadores.

Aqui está o link do nosso texto final.

domingo, 25 de outubro de 2009

PROJETOS

AInterdisciplina de Didática, planejamento e avaliação nos proporcionou uma nova leitura sobre projetos através do texto: "Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares", de .....
Diz esse texto " a proposta que inspira os projetos de trabalho está vinculada à perspectiva do conhecimento globalizado, articulando os conhecimetnos escolares e organizando a atividade de ensino aprendizagem, que implica considerar que os conhecimetnos não se organizam de forma rígida nem disciplinar dos alunos".
De fato, podemos visualizar essa forma globalizada através dos trabalhos através dos projetos, tomo como exemplo uns projetos que venho desenvolvendo com meus alunos da educação infantil durante esse ano: estamos trabalhando os projetos Bandas Carnavalescas Musicais e Cuidando dos Espaços Coletivos onde estamos dando ênfase ao reaproveitamento dos recicláveis: confeccionamos chocalhos (instrumento musical utilizado pelas baterias das escolas de samba) com garrafas pet e restos de e.v.a que iriam parar na lixeira da casa e da escola. A atividade englobou os dois projetos. Também confeccionamos floreiras com as garrafas pet e embelezamos o jardim das casas dos alunos, agora vamos fzer o mesmo com o jardim da escola, dentro do projeto "Artistas de Casa" que daremos inicio no mês de novembro.
O registro dos projetos e das atividades estão aqui.

Teses sobre os PAs

Realizando a atividade de revisar o posiocionamento das colegas sobre as teses dos Pas encontrei a dificuldade da leitura das teses, pois estava incompleta e a barra não rola para puxar, ler o que está ali escrito. Então tive que revisar a colega e escrever sobre aquilo apenas visualizando a metade, algumas questões tive que voltar a minha página, pois ficava impossível anotar algo sem entendimento da tese.
Também gostaria de registrar que o posicionamento da colega, e dos outros colegas que li, estavam bem de acordo com meu posicionamento, em apenas uma das teses em que discordei a colega havia concordado. Ali resgistrei meu posicionamento contrário.
Ainda estou pensando sobre questão que eu não sei responder:
"A abordagem de um determinado assunto exige sempre uma pergunta inicial."?
Referindo-se a um novo projeto, sim, precisa haver uma pergunta inicial, mas se for uma abordagem dentro desse projeto, que apareça ali no desenrolar das buscas, penso que talvez não exija... sei lá!