Numa noite dessas visitei o portfólio da colega Maria de Lurdes, e me chamou a atenção a postagem intitulada "Estou ficando antissocial" onde a mesma se reporta aos trabalhos em grupo como algo difícil de realizar...
Pois eu também ali comecei a me pensar "antissocial": ainda não consegui realizar um único trabalho de grupo que me satisfizesse realmente!
Aliás nossos trabalhos em grupo desde o início do Pead, lá em 2006, nunca foram muito "em conjunto". Já entendi que o fato de estudarmos á distância nos permite essa não-presença física, e também compreendi que a não-presença física não significa necessariamente que o trabalho não seja conjunto!
Mas, como já disse numa outra oportunidade, eu tenho necessidade de estar em contato com o outro. De conversar mais próximo, de trocar muita conversa, de muito contato físico, olho-no-olho...
Mas sei que assim como eu, todas nós temos muito pouco tempo disponível para essas trocas em conjunto. Então, várias vezes estou aqui de bobeira meia noite, madrugada e não posso fazer muito das propostas de grupo, pois minhas colegas não podem ser fazer presente virtualmente nesse tempo praticamente único que tenho on-line!
Talvez, possamos crescer mais ainda em nossas tarefas presenciais não físiscas!
Ainda estou meio descrente!
Stela, 21.45 de 27/06/09
Este blog tem a obrigação de conter as minhas reflexões a cerca dos estudos feitos em cada interdisciplina estudada no curso de Pedagogia à Distância da Ufrgs.
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sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 20 de setembro de 2008
Velhas Fotografias... Novo Olhar

“Histórias de Arroio do Sal, Terra de Areia e Três Forquilhas que as fotografias não contam”
Esse é o nosso projeto de aprendizagem (PA), desenvolvido nas interdisciplinas de Projeto em Ação e Seminário Integrador V, nesse semestre.
Pensamos em desenvolver esse trabalho por simples curiosidade. Agora já estamos muito interessadas, até porque, ao darmos início a ele começamos a falar das nossas fotografias, das histórias que fomos lembrando, e do que ouvíamos alguém falar sobre algumas delas. E nos empolgamos bastante.
Já subimos ao sótão....
Começamos a remexer em nossos baús...
Abrimos nossos “velhos álbuns”...
E estamos nos encantando com nossos guardados!
Já intimamos nossos parentes e velhos conhecidos a nos trazerem suas fotos, nos contarem suas histórias, e nos emprestarem suas fotografias.
Para iniciar nosso PA, começamos a nos movimentar virtualmente.
Nos encontramos duas vezes, nas aulas presenciais, e mais uma aqui em Arroio do Sal, (eu Mara e Maria do Carmo), e temos mantido contato via Rooda, MSN e mail, com a Terezinha.
Todas nós estamos pesquisando, procurando fotografias, pessoas mais velhas, acervos fotográficos.
Já colhi algumas com minha avó, minha amiga Selma, e vou ainda pegar outras no Jornal de Arroio do Sal, além de ir na Prefeitura Municipal.
Já começamos nossas pesquisas sobre a evolução da fotografia desde os primórdios da civilização, onde um simples “retrato” era a forma de registro, até a atualidade, onde podemos nos permitir tantos “ajustes”, acertos, “ajeitadinhas”, correções necessárias, e até montagens, juntando pessoas não presentes ao evento, no momento, com outras em local e cenário diferentes, distantes...com nossas potentes, poderosas e atuais câmeras digitais.
Aqui, me veio um pensamento: pois esta atualidade de "forjar" uma cena com pessoas não presentes, em cenários também não reais, parecidíssimo com uma das situações que minha mãe conta, de quando um casamento acontecia pelas redondezas e era fotografado alguns meses depois, com a vinda do fotógrafo. Algumas vezes acontecia de a noiva estar grávida, pois o casamento já estava consumado a meses!!!
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