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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

EIXO 9- PSICOLOGIA II

Da Psicologia II recortei essa atividade, postada no webfólio, pois mostra uma boa reflexão, onde eu falava de minhas aprendizagens referentes as TICs, e que foram transpostas numa visão a partir dessa fala de Piaget :“Diferentemente do que diz o senso comum, para quem a aprendizagem é um processo passivo, Piaget (1976, p.37) insiste na ideia de que conhecimento é ação, transformação e estabelecimento de relações, pois, “conhecer um objeto é agir sobre ele e transformá-lo, aprendendo os mecanismos dessa transformação, vinculados com as ações transformadoras. Conhecer é, pois, assimilar o real às estruturas de transformações”.

"Essa aprendizagem me foi oportunizada através da escola formal, ao entrar no curso do Pead, oferecido pela UFRGS no segundo semestre do ano de 2006. A aula inaugural do curso de Licenciatura em Pedagogia à Distância, acontecida no dia 21 de agosto desse mesmo ano foi um fato marcante na minha vida. Histórico. Desafiador. Temerário.
Então, após muitas noites de choro, desespero, água com açúcar e até reuniões de família para saber o que poderiam fazer para que eu aprendesse a manusear as ferramentas, apareceu o maior anjo das minhas madrugadas: a tutora Roberta! Pessoa extremamente dedicada, disponível todas as noites, que me ensinava tudo de novo. (Aqui fiz muitos exercícios repetitivos! Poderia até parodiar o sobrenome Roberta Skinner?). Depois, chega a professora Mara Níbia, que então me acalantou tantas madrugadas mais. Conversávamos por longo tempo, trocávamos muita conversa sobre Paulo Freire, escola, filhas, estudos, ferramentas.
Precisei dispor de muita atividade prática no manuseio das ferramentas para que essa aprendizagem acontecesse, e claro, a orientação constante dos professores e tutores, virtualmente, foi parte muito importante nesse processo.
Apropriei-me das ferramentas, entendendo do seu uso e manuseio, após uma sequencia de ações práticas, com atividades e orientações que eu ia realizando no computador. Após algum tempo, meu entendimento de que eu tinha a ferramenta disponível, já havia obtido orientações necessárias para manuseá-la e já havia interagido com as próprias ferramentas, então chegara o tempo de eu mesma arriscar! Aqui, eu própria passei a fazer as minhas tentativas, realizar as atividades, procurar os ícones e botões necessários. Conforme ia levantando minhas hipóteses, através da ação de clicar, o aprendizado ocorria." (Stela Maris Dias - 2009).

A bibliografia disponibilizada para essa atividade foi: Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos”, e “O que é Construtivismo?” do Professor Fernando Becker, e “Epistemologia Genética e Construção do Conhecimento” de Tânia Marques.

Psicologia

“Tudo está dentro da pedra, só raspamos as saliências necessárias”.
(Michelangelo).


As interdisciplinas referentes à Psicologia, tratadas no período do curso PEAD, foram disciplinas bem difíceis de se trabalhar, visto ser um campo amplo e denso para se adentrar, pelo fato de termos pouco conhecimento das teorias psicológicas que necessitamos estudar.

Embora tenhamos tido pinceladas do assunto em nosso curso de Magistério, e vivamos muitas situações engendradas na Psicologia, somos leigos no estudo e pouco sabemos do assunto.

Diagnosticamos dificuldades de aprendizagem, de relacionamento, de desenvolvimento psico-motor. Falamos bastante desses “nomes”, mas não temos embasamento teórico para “receitar muita coisa oficialmente” para sanar, ou ao menos amenizar esses comportamentos. Também enfrentamos outro desafio: nosso diagnóstico é sempre contestado por pais, por profissionais da saúde e até por nossos superiores.

Os estudos realizados nos três semestres dentro dessa Interdisciplina foram bem difíceis de dar conta, lemos Freud “Textos Introdutórios” e assistimos o filme “Além da Alma”.

Aqui tivemos muita dificuldade de entendimento aos conceitos usados pela teoria Freudiana, como ego,superego, id; menos difícil foi dar vazão a compreensão das fases de desenvolvimento pelas quais Freud afirma que os indivíduos passam a partir do nascimento: oral, anal, fálica, latência e genital. Pensar essas fases a partir da observação diária de nossos alunos foi uma tarefa mais fácil, pois temos a oportunidade de vivenciar situações que nos levam a encaixar determinados comportamentos que os alunos apresentam e então confrontar com esses estudos.
E podemos informar com mais propriedade de conhecimento os comportantos fora do esperado, repetitivos que alguns alunos apresentam, encaminhando-os a orientadora da escola que faz então um intercâmbio com os pais para auxiliar nessa dificuldade de adaptação do aluno ao convívio mais democrático com todos os outros, na turma e na própria escola.

Stela em 23.09.10 às 23.43