Enfim consegui, ao final dessa semana de estágio dar um rumo definitivo ao PA da turma.
Enquanto pesquisamos curiosidades e conversamos sobre elas ainda não tínhamos encontrado um tema que nos permitisse um autoria.
Hoje, após vários dias de trabalho, na biblioteca pesquisando imagens, na sala manuseando encartes, tratando assuntos, conversando juntos, decobri um tema que penso ser importante e que será possível realizarmos um PA colaborativo: ANIMAIS DO ARROIO DO SAL.
As famílias colaboram com o trabalho na pesquisa em casa e na rua, na loclaidade, e aos poucos vamos descobrindo novidades em termos de quais animais temos aqui e então podemos organizar um bom trabalho de pesquisa, de imagens e podemos então inserir no mundo virtual via blog.
Esse tema surgiu da necessidade que tivemos ao pesquisar na internet do Tele Centro na Biblioteca Pública sobre os animais locais e os da África. De lá encontramos fartura de informações, daqui quase nenhuma.
Levantei a questão na roda de conversa e os alunos concordaram que podemos ser os primeiros a registrar essa informação.
Então nos conferirá autoria de um trabalho inédito.
Ficamos muito interessados no assunto e já na semana que vem vamos viajar á Zona Rural e já registraremos animais rurais em fotos...
Este blog tem a obrigação de conter as minhas reflexões a cerca dos estudos feitos em cada interdisciplina estudada no curso de Pedagogia à Distância da Ufrgs.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
REFLEXÕES NATURAIS!
ESTÁGIO: SEMANA NOVE
Nessa nona semana nossas atividades em aula foram voltadas ao cuidado com a natureza.
Observamos os espaços naturais da nossa Cidade, rememoramos a visita ao Parque Natural Tupancy, revimos o nosso arroio histórico e relembramos a origem do nome do Município e sua história.
Relacionamos essa origem, essa história do Município com a história dos alunos, seus nomes e significados; lembramos novamente quem havia escolhido seus nomes e que significado para a família tinha o nome dos filhos.
Realizei essa retomada da história de cada aluno através da leitura da “Biografia” dos alunos, tarefa de casa que as mães escreveram.
Para essa atividade de casa os alunos realizaram em sala seu autorretrato, mandei bilhete explicando as mães o que era uma biografia e solicitei que escrevessem a história dos seus filhos contando desde o dia do nascimento, local e acrescessem todas as informações que quisessem; pedi que contassem o que os filhos faziam, onde brincavam, onde morava. E pedi que contassem alguma coisa relativa ao balneário em que moram, contextualizando assim a história pessoal, individual do aluno e a inserção na família e na comunidade.
Então, através da roda de audição das biografias cada aluno tinha que se identificar na história lida, enquanto ouvia essa leitura cada aluno ia realizando um desenho para que houvesse atenção e concentração na vez dos colegas ouvirem sua biografia. No desenho deveriam acrescentar algum dado lido/ouvido da sua história contada pela mãe.
Esses registros estão na wiki do estágio, nesse endereço.
Fizemos toda a retomada das ações que realizamos em favor do meio ambiente desde o ano passado, através do projeto CUIDANDO DO ESPAÇO COLETIVO durante essa semana, pois apresentaríamos esse projeto na Semana Municipal do Meio, no dia 10 de junho, quinta-feira.
Através de uma produção de história individual, cada aluno criou um “personagem cuidador da natureza” e me contou a história, eu anotei na folha em que desenharam e registramos nos blogs dos alunos, no Tele Centro da Biblioteca Pública Municipal que utilizamos todas as terças-feiras, para o desenvolvimento do projeto de trabalho “Biblioteca Pública: Lugar de Aprendizagens”.
Os registros encontram-se na lista dos blogs dos alunos, nessa página.
Após toda a retomada que fizemos de todo o cuidado que nós temos com a natureza, apresentamos o projeto na Semana do Meio Ambiente Municipal, em Rondinha.
Foi uma apresentação em que eu expunha o trabalho e os alunos iam contando as ações que realizamos nesses dois anos de projeto, conforme os questionamentos que eu lhes fazia. Depois da apresentação do projeto os presentes assistiram a uma coletânea de fotografias doa alunos em ação que organizei num ppt.
O trabalho está registrado aqui.
O projeto está em meu wiki da turma.
Enfim,nossa semana foi de consciência coletiva da necessidade de todos participarem e colaborarem com sua parte em favor da natureza que ainda resta em nosso Município e no Planeta!
Nessa nona semana nossas atividades em aula foram voltadas ao cuidado com a natureza.
Observamos os espaços naturais da nossa Cidade, rememoramos a visita ao Parque Natural Tupancy, revimos o nosso arroio histórico e relembramos a origem do nome do Município e sua história.
Relacionamos essa origem, essa história do Município com a história dos alunos, seus nomes e significados; lembramos novamente quem havia escolhido seus nomes e que significado para a família tinha o nome dos filhos.
Realizei essa retomada da história de cada aluno através da leitura da “Biografia” dos alunos, tarefa de casa que as mães escreveram.
Para essa atividade de casa os alunos realizaram em sala seu autorretrato, mandei bilhete explicando as mães o que era uma biografia e solicitei que escrevessem a história dos seus filhos contando desde o dia do nascimento, local e acrescessem todas as informações que quisessem; pedi que contassem o que os filhos faziam, onde brincavam, onde morava. E pedi que contassem alguma coisa relativa ao balneário em que moram, contextualizando assim a história pessoal, individual do aluno e a inserção na família e na comunidade.
Então, através da roda de audição das biografias cada aluno tinha que se identificar na história lida, enquanto ouvia essa leitura cada aluno ia realizando um desenho para que houvesse atenção e concentração na vez dos colegas ouvirem sua biografia. No desenho deveriam acrescentar algum dado lido/ouvido da sua história contada pela mãe.
Esses registros estão na wiki do estágio, nesse endereço.
Fizemos toda a retomada das ações que realizamos em favor do meio ambiente desde o ano passado, através do projeto CUIDANDO DO ESPAÇO COLETIVO durante essa semana, pois apresentaríamos esse projeto na Semana Municipal do Meio, no dia 10 de junho, quinta-feira.
Através de uma produção de história individual, cada aluno criou um “personagem cuidador da natureza” e me contou a história, eu anotei na folha em que desenharam e registramos nos blogs dos alunos, no Tele Centro da Biblioteca Pública Municipal que utilizamos todas as terças-feiras, para o desenvolvimento do projeto de trabalho “Biblioteca Pública: Lugar de Aprendizagens”.
Os registros encontram-se na lista dos blogs dos alunos, nessa página.
Após toda a retomada que fizemos de todo o cuidado que nós temos com a natureza, apresentamos o projeto na Semana do Meio Ambiente Municipal, em Rondinha.
Foi uma apresentação em que eu expunha o trabalho e os alunos iam contando as ações que realizamos nesses dois anos de projeto, conforme os questionamentos que eu lhes fazia. Depois da apresentação do projeto os presentes assistiram a uma coletânea de fotografias doa alunos em ação que organizei num ppt.
O trabalho está registrado aqui.
O projeto está em meu wiki da turma.
Enfim,nossa semana foi de consciência coletiva da necessidade de todos participarem e colaborarem com sua parte em favor da natureza que ainda resta em nosso Município e no Planeta!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
SOLIDÃO
"Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida."
Fernando Pessoa
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida."
Fernando Pessoa
domingo, 6 de junho de 2010
SALA DE AULA X MUNDO REAL

Enfim, essa oitava semana foi muito proveitosa em termos de reflexão.
Até porque tivemos um feriado prolongado para uma parada em nosso corre-corre diário!
Realizamos nossa viagem ao Parque Tupancy, dentro do projeto de trabalho “Arroio do Sal Geográfico: Qual é teu Espaço?” e foi uma daquelas atividades que muito rendem provas que nossos alunos tem inúmeros entendimentos sobre todos os assuntos que se apresentam: sejam científicos ou não. E conseguem demonstrar toda a cientificidade do quanto apreendem disso tudo através das suas memórias: relembrando as informações já vividas em aula ou no local. Vemos trabalhando a natureza do Município desde o início do ano letivo, em 1º de março, e já trabalhamos a natureza do Parque e sua importância para o Município. Quando chegaram ao Parque Tupancy já tinham elementos suficientes do que os esperava. Tinham conhecimento do que iam encontrar. E foram além: os alunos exigiram a leitura das informações todas que ali estão, nos banners e informativos! Na volta a escola sentaram na frente do painel de recortes e apontaram todos os animais e plantas que eles pintaram e viram lá no Parque, transpondo toda essa informação trazida do local para a sala de aula, e vice-versa.
Até porque tivemos um feriado prolongado para uma parada em nosso corre-corre diário!
Realizamos nossa viagem ao Parque Tupancy, dentro do projeto de trabalho “Arroio do Sal Geográfico: Qual é teu Espaço?” e foi uma daquelas atividades que muito rendem provas que nossos alunos tem inúmeros entendimentos sobre todos os assuntos que se apresentam: sejam científicos ou não. E conseguem demonstrar toda a cientificidade do quanto apreendem disso tudo através das suas memórias: relembrando as informações já vividas em aula ou no local. Vemos trabalhando a natureza do Município desde o início do ano letivo, em 1º de março, e já trabalhamos a natureza do Parque e sua importância para o Município. Quando chegaram ao Parque Tupancy já tinham elementos suficientes do que os esperava. Tinham conhecimento do que iam encontrar. E foram além: os alunos exigiram a leitura das informações todas que ali estão, nos banners e informativos! Na volta a escola sentaram na frente do painel de recortes e apontaram todos os animais e plantas que eles pintaram e viram lá no Parque, transpondo toda essa informação trazida do local para a sala de aula, e vice-versa.
Iniciando a construção de PA

Bom, nessa oitava semana também iniciei uma pesquisa de ideias, escrita e não mais de imagens, para dar um início ao Projeto de Aprendizagens da Turma. Foi uma simples explosão de ideias para ver como as coisas se processariam nesse começo. Cada aluno já realizou uma pesquisa na Biblioteca, via internet, e já estou fazendo as anotações, para então dar rumo a um Projeto de Aprendizagem.
Ainda vou dar continuidade às pesquisas, pois alguns alunos faltaram na semana passada e não realizaram essa tarefa.
E até mesmo para podermos nos encontrar numa mesma fala e descobrirmos o que podemos pesquisar juntos e que possamos acrescentar uma autoria própria.
Estamos em fase de conhecermos mais um pouco para chegarmos as vias de fato da construção coletiva de um projeto de aprendizagem.
Ainda vou dar continuidade às pesquisas, pois alguns alunos faltaram na semana passada e não realizaram essa tarefa.
E até mesmo para podermos nos encontrar numa mesma fala e descobrirmos o que podemos pesquisar juntos e que possamos acrescentar uma autoria própria.
Estamos em fase de conhecermos mais um pouco para chegarmos as vias de fato da construção coletiva de um projeto de aprendizagem.
Marcadores:
Refletindo a caminhada no estágio/semana oito
BLOGS E BIBLIOTECA

Essa semana também me possibilitou refletir sobre nosso trabalho na Biblioteca Pública, pois semanalmente lá nos encontramos no Tele Centro e manuseamos os computadores:
Jogos educativos: Quebra-cabeça, Jogo da memória, Caça-letras, Come-letras, Junta-letras.
Atividades de coordenação motora e visual: colagem de imagens, pintura de cenários, desenho livre, utilização de letras e cores, pincel e borracha, efeitos especiais, colagem e montagem.
Pois esse anos então acrescentei a criação do blog individual dos alunos, pois até o ano passado os registros virtuais eram feitos só por mim, em casa.
E essa atividade foi muito bem vinda aos alunos: eles estão encantados com seu “caderno virtual”. Escolheram a cor, escreveram seu nome e assinam as postagens que faço junto com eles, ali , explicando cada passo que vou fazer, informando cada escrita que realizo e mostrando a página editada.
Realmente, cada vez mais me convenço que as TICs são ferramentas importantes de serem trabalhadas na escola, mas que podem muito bem ser aproveitadas onde se encontram, mesmo fora da sala de aula.
Como é o nosso caso.
Marcadores:
Refletindo a caminhada no estágio/semana oito
REFLEXÕES NECESSÁRIAS
SEMANA OITO
Encontrei muitas dificuldades ao longo desse período de readaptação à uma nova turma, num novo espaço físico e tive que procurar, buscar novas estratégias em favor de unidade na nossa rotina diária.
Os alunos sentiram tanto quanto eu essas mesmas dificuldades, mas com uma grande diferença: não estão sendo avaliados em um estágio supervisionado de finalização de curso de graduação.
E com certeza isso tornou minha carga mais pesada do que a deles!
Um estágio supervisionado, por si só já traz muita dúvida, angústia e nervosismo. Isso tudo gera um estresse além do normalmente, e isso mexeu muito com minha estima, meu trabalho, minhas potencialidades.
Por diversas vezes me senti tentada a desistir de tudo.
E por outras tantas vezes retomei minha caminhada angustiada: não é possível desistir agora, na reta final.
Vou sobrevivendo a tudo isso.
Mas aos poucos vou reencontrando meu equilíbrio emocional necessário para dar contar de buscar mais, em fazer mais, em melhorar meu trabalho diário, pois quem precisa disso são meus alunos, e é por causa deles que aqui continuo.
Descobri algumas estratégias para concentrar a atenção dos alunos: utilizar atividades paralelas motoras, em conjunto com a roda de conversa, para que os alunos encontrem um ponto de equilíbrio enquanto o outro que está contando conte o que precisa, faça sua narrativa sem desvios de atenção ou a realização da tarefa com mais calma e tranqüilidade.
Ou que faça, ao menos, menos barulho com sua brincadeira para que eu ou o outro colega possamos ouvir a fala que precisamos ouvir, para entendimento e realização da tarefa proposta.
Aqui foi um trabalho garimpado, individualmente mesmo, com aqueles alunos que perderam seu rumo (até porque já eram alunos muito difíceis de se lidar) e que tiveram que retomar o trabalho com outros alunos disputando atenção ou para saber quem é o mais forte da turma!
As aulas começaram a melhorar quando me dei por conta que eu precisava buscar outros jeitos de atrair a atenção e concentração numa turma que havia se desfeito, e precisava se refazer; de novos e velhos alunos, de velha e de nova professora.
Estamos chegando ao final do estágio e estou a cada dia mais convencida que nós professores somos eternos sonhadores!
Sonhamos com impossíveis!
Mas sempre os tornamos possíveis:
Pensamos uma sala de aula diferente e fazemos uma aula diferente.
Refletimos no tanto que temos a fazer, buscamos novas metodologias, e conseguimos dar conta em nossa sala de aula.
Mas nem sempre conseguimos isso com alegria, com felicidade.
Olha que profissão bem difícil fui inventar de querer ser!
Encontrei muitas dificuldades ao longo desse período de readaptação à uma nova turma, num novo espaço físico e tive que procurar, buscar novas estratégias em favor de unidade na nossa rotina diária.
Os alunos sentiram tanto quanto eu essas mesmas dificuldades, mas com uma grande diferença: não estão sendo avaliados em um estágio supervisionado de finalização de curso de graduação.
E com certeza isso tornou minha carga mais pesada do que a deles!
Um estágio supervisionado, por si só já traz muita dúvida, angústia e nervosismo. Isso tudo gera um estresse além do normalmente, e isso mexeu muito com minha estima, meu trabalho, minhas potencialidades.
Por diversas vezes me senti tentada a desistir de tudo.
E por outras tantas vezes retomei minha caminhada angustiada: não é possível desistir agora, na reta final.
Vou sobrevivendo a tudo isso.
Mas aos poucos vou reencontrando meu equilíbrio emocional necessário para dar contar de buscar mais, em fazer mais, em melhorar meu trabalho diário, pois quem precisa disso são meus alunos, e é por causa deles que aqui continuo.
Descobri algumas estratégias para concentrar a atenção dos alunos: utilizar atividades paralelas motoras, em conjunto com a roda de conversa, para que os alunos encontrem um ponto de equilíbrio enquanto o outro que está contando conte o que precisa, faça sua narrativa sem desvios de atenção ou a realização da tarefa com mais calma e tranqüilidade.
Ou que faça, ao menos, menos barulho com sua brincadeira para que eu ou o outro colega possamos ouvir a fala que precisamos ouvir, para entendimento e realização da tarefa proposta.
Aqui foi um trabalho garimpado, individualmente mesmo, com aqueles alunos que perderam seu rumo (até porque já eram alunos muito difíceis de se lidar) e que tiveram que retomar o trabalho com outros alunos disputando atenção ou para saber quem é o mais forte da turma!
As aulas começaram a melhorar quando me dei por conta que eu precisava buscar outros jeitos de atrair a atenção e concentração numa turma que havia se desfeito, e precisava se refazer; de novos e velhos alunos, de velha e de nova professora.
Estamos chegando ao final do estágio e estou a cada dia mais convencida que nós professores somos eternos sonhadores!
Sonhamos com impossíveis!
Mas sempre os tornamos possíveis:
Pensamos uma sala de aula diferente e fazemos uma aula diferente.
Refletimos no tanto que temos a fazer, buscamos novas metodologias, e conseguimos dar conta em nossa sala de aula.
Mas nem sempre conseguimos isso com alegria, com felicidade.
Olha que profissão bem difícil fui inventar de querer ser!
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